terça-feira, 8 de novembro de 2016

Olhem que coisa mais linda

Principalmente depois de ter passado o dia inteiro a fazer quilómetros de um lado para o outro, com umas botas supostamente confortáveis mas que me deixaram os dedos mindinhos feitos num oito, sabe bem demais.
Já está frio, desde ontem que o mais que faço é tremer o dente, e estes amigos aqui para além de fofos até mais não, são quentinhos e confortáveis. Custaram-ma 15€ no continente e são a coisinha má boa de sua dona. Ai k'a bom!!!


segunda-feira, 7 de novembro de 2016

How Not To Die

Tem um título um pouco exagerado, talvez, mas é o último livro que ando a ler.

Fala sobre alimentação, e explica como não morrer de uma série de cancros, doenças degenerativas, cardiovasculares, diabetes, etc, através simplesmente da alimentação.
Esse pecado, arte, obrigação, etc, que nos leva a cometer excessos e erros crassos com consequências nefastas para a nossa saúde.
Os tipos de doenças com as quais nos deparamos aos nossos dias são assustadoras. Aparecem cada vez mais cedo, cada vez em maior quantidade e a alimentação é um tema chave. Já diz o velho ditado: "Somos aquilo que comemos". E cada vez mais me convenço disso.
Não gosto de fundamentalismos, acho que uma alimentação variada é capaz de ser sempre a melhor solução, mas os hábitos dos nossos dias com uma alimentação altamente processada só pode dar mau resultado. Por causa da pressa, por causa da falta de tempo, porque somos gulosos, porque estamos sempre stressados, porque é aquilo que os supermercados mais têm.
E temos de abrir os olhos!
Existem vários livros do género, e nem todos preconizam exatamente o mesmo, mas há uma base mais ou menos comum. Por enquanto, comecei a ler este. Talvez outros se possam seguir com opiniões mais contraditórias, e há que retirar aquilo que o nosso bom senso nos vai ditando.
Há que cuidar do nosso corpinho, porque só temos este, e só se vive uma vez.
Fiquem bem!

segunda-feira, 31 de outubro de 2016

Inevitabilidades

A mudança de hora para o horário de inverno é, para mim, talvez das piores alturas do ano. Sabe-me muito bem dormir mais uma hora (sim, porque desde que os miúdos me deixam dormir, esta hora é aproveitada mesmo na caminha), mas o que traz de seguida é um rol de chatices que preferia evitar.
Primeiro, é aquele acordar já com Sol alto que me faz sentir a bater de frente contra uma qualquer artificialidade matinal. Depois, aquele anoitecer perto das 17:30h que me dá uma depressão daquelas.
E por fim aquela inevitabilidade de que a época de verão morreu, e de que agora temos pelo menos 6 meses pela frente de frio, chuva, roupa, casacos, Natal a aproximar-se (blhéc..).
Acho que já aqui disse anteriormente que, se fosse eu a mandar, não havia mudança de hora. Não gosto de artificialidades, não gosto de mudanças bruscas, não gosto do termo "ter de me habituar".
Sei que pareço uma bota de elástico com estas palavras, onde é que já se viu uma pessoa não querer mudança, mas eu assumo. Não gosto de mudar, não gosto que me troquem as voltas se tenho de seguir uma determinada rotina para ter a vida mais ou menos controlada.
Mas pronto, é a vidinha. Chegámos aos dias pequenos, e o melhor que há a fazer é aproveitar o que temos, e não passar os dias à espera de maiores e melhores alternativas.
Buáááá´!!!!

domingo, 23 de outubro de 2016

Super Mães

No outro dia estava na aula de ténis com o meu filho e, enquanto os miúdos jogam, as mães (e os pais) que ali estão à espera que a aula acabe, põem-se na conversa uns com as outros.
E nisto, fiquei a saber que uma das senhoras que ali estava, vem do alentejo 2x por semana para o filho poder jogar ténis numa escola que o leve a torneios e o faça evoluir naquela modalidade.
Fiquei de boca à banda! a sério. Disse que onde mora, o ténis que existe é mais de brincadeira e de aprendizagem básica, e que se os miúdos querem evoluir têm de ir para uma cidade maior.
Então a senhora (e o respetivo filho) faz uma viagem de ida e outra de volta (2 horas cada viagem) para o filho ter aulas de ténis de uma forma mais intensiva. Ainda me saiu uma frase do estilo: "Quase mais valia mudarem-se para Lisboa", ao que ela respondeu que não, que também tem um trabalho que lhe permite ter essa flexibilidade, e que na altura em que decidiram vir, foi uma decisão difícil, que passou algumas noites mal dormidas à conta da decisão, mas que depois pensou: "Se não nos sacrificarmos pelos filhos, sacrificamos-nos por quem?"
Eu e outra mãe que lá estava olhámos uma para a outra e concordámos que, se fosse connosco, teríamos de dizer ao nosso filho que pensasse noutra coisa para fazer. Mas isto deixou-me a pensar. Há mesmo super-mães por aí! E, neste caso, eu não serei certamente uma delas!
Que grande exemplo!

segunda-feira, 17 de outubro de 2016

As minhas corridas

Comecei a correr há cerca de um ano, mas a coisa não tem sido fácil. Primeiro, porque só consigo correr uma vez por semana, o que não me dá para grandes evoluções. Segundo, porque as minhas ansiedades com a saúde não me deixam esticar muito a corda, e não consigo puxar por mim até ficar com os bofes de fora, para não estar sempre a achar que me vai dar uma coisinha má. E terceiro, porque também não tenho companhia, o que torna o ato sempre mais limitado, pois a partilha deste tipo de experiências e o convívio ajuda muito a evoluir neste contexto.
Por isso, apesar de já andar em treinos há 1 ano, a coisa tem-se dado muito lentamente. Mas nestas férias de verão, consegui aproveitar para ir correr até à praia, para correr na passadeira do ginásio de hotel mais do que 1 vez por semana, o que foi logo suficiente para ganhar mais resistência. Neste momento, já consigo correr entre 20 a 30 minutos seguidos (é certo que corro bem devagarinho), mas a resistência que consegui alcançar ao dia de hoje já me deixa muito feliz e esperançosa. Ainda não me consegui meter em nenhuma corrida (são quase todas de 10km), mas acho que por este caminho, ainda que muito  devagarinho, vou lá chegar. Ainda falta muito, mas já faltou mais, e é nisso que agora me foco.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Mensagem da semana


Tanta desilusão, são umas atrás das outras. As pessoas são tão estranhas, tão perversas, tão maquiavélicas, tão falsas, têm tantas caras....

Acho que estou a precisar de arranjar um cão!

sábado, 8 de outubro de 2016

O verdadeiro artista: Herman José


Adoro-o, admiro-o desde miúda, e até já foi alvo de um post meu, há uns tempos atrás. Ontem fui ver um dos seus muitos espetáculos, que tem dado por aí cidade fora. Foi o máximo!! Chorei a rir, já me doíam os abdominais de não conseguir parar de rir. Este homem é verdadeiramente genial, um artista único. E, apesar de já serem muitos anos, apesar de já haverem piadas repetidas e números esperados, consegue sempre surpreender-me pela positiva. Este homem é um exemplo para a sociedade e para outros artistas que, por falta de trabalho, entram num ciclo decadente vicioso difícil de quebrar. O Herman vai à luta, volta à estrada, dá espetáculos pelas juntas de freguesia, oferece-se para programas de TV onde não seria natural a sua presença, enfim, faz tudo o que está ao seu alcance para continuar no ativo e conseguir pagar as contas. Trabalha com dignidade, sem espaço a vergonhas, dentro das regras estabelecidas numa sociedade muitas vezes injusta e cruel para os artistas, e nunca o vimos a chorar pela vida ou pelo destino. 
És grande Herman! E tens aqui uma fã para a vida!






quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Praia de outono

Adoro ir à praia quando supostamente já não é tempo dela, mas a temperatura ajuda e há pouca gente já em "mood" verão.
Vai daí, aparece-nos uma praia magnífica, deserta, cheia de cheiros, sons e prazeres da natureza. Tão bom!!!


domingo, 2 de outubro de 2016

Marcas de Infância

Decididamente, os lugares por onde passas na tua infância, as pessoas com quem convives, a família que mais te rodeia, os sabores que provas, os pequenos detalhes das casas por onde passas, as imagens que te ficam na mente, aquilo que te faz rir, aquilo que te traz segurança, jamais sai da tua memória. E hoje tive a prova disso. Passaram talvez perto de 30 anos sobre algumas caras que vi pela última vez, por sabores que nunca mais experimentei, por convívios que jamais voltei a presenciar. Mas por mais anos ou décadas que passem, há marcas que te ficam para sempre, mesmo que não faças o mínimo esforço para que isso aconteça. Chamam-se a isso as nossas raízes, a nossa essência. E por vezes, na correria do dia a dia, não me apercebo da verdadeira importância das vivências que dou aos meus filhos, das pessoas que os rodeiam, das influências que vão ter, das memórias que poderão partilhar.
A infância é, sem dúvida alguma, a base de toda a nossa complexa construção enquanto ser humano. Por isso, haja saúde, muita alegria, paz e felicidade para todas as crianças deste mundo. Será a única forma de termos um mundo de adultos mentalmente sãos.


sábado, 24 de setembro de 2016

Há dias que valem por uma semana de férias

E hoje foi um desses dias.
Fomos, em conjunto com uma boa quantidade de amigos fantásticos, fazer a descida do rio zêzere desde a Barragem de Castelo de Bode até Constância. Já foi a terceira vez que o fiz, sendo que a última vez foi ainda antes de ter filhos. O dia esteve fantástico, nem frio nem demasiado calor, paisagem linda, aves bonitas, só os sons e as cores da natureza. Para quem vive em plena cidade estes momentos de convivência em plena natureza valem ouro. Adorámos, tomámos umas belas banhocas no rio, remámos muito, cansámo-nos mais e convivemos com quem gostamos.
Foi tão bom!! Não tirei fotos porque o medo de molhar aparelhos valosos não me deixou levar nada a bordo. 
Mas fica uma imagem da net para terem uma ideia. E já agora, a empresa a quem contratámos o evento foi a Aventur, que foram super profissionais e sempre com um tónica de segurança bem presente. Recomendo.






sexta-feira, 23 de setembro de 2016

6 anos de blog

Este blog fez ontem 6 anos.
Lembrei-me uns dias antes, mas ontem acabei por me esquecer, pelo que segue aqui o post de Parabéns para mim e para todos aqueles que espreitam por aqui de vez em quando. 
Tenho sido menos assídua, é um facto. Mas a quantidade de trabalho, de afazeres, e da necessidade gigante em descansar e não fazer nenhum, tem-me afastado do PC ou do teclado do telemóvel.
Tenho tido muito poucos comentários ultimamente, não sei bem se estão aí desse lado com a regularidade que era costume, mas as estatísticas dizem que sim, que há leitores por aí.
Por isso, e porque 6 anos não são para deitar fora, vamos comemorar!!


Obrigada a todos vocês que estão do outro lado do monitor. Espero servir-vos para alguma coisa quando aqui vêm espreitar, e que o vosso dia ganhe um bocadinho nais de cor.
Um bem-haja para todos.

quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Um dia para mim

No último sábado, caiu-me mais um anito em cima (é a vida), e, aproveitando que calhou ao fim de semana e estava um tempo espetacular, fomos fazer tudo o que me apeteceu. Afinal de contas, já que é para ficar mais velha, que seja com qualidade e muitos mimos.
Comecei por tomar o pequeno almoço na padaria portuguesa, dado que há meses que estava para lá ir, desde que abriu uma relativamente perto de minha casa. Comi um croissant integral com um sumo de manga e laranja que me soube mais que bem.
Rumámos depois para Sul, e passámos o dia em sesimbra, a começar com um belo almocinho de sardinhas seguidas de uma bela tarde de praia!! Que dia maravilhoso estava!!!
Depois de disfrutar do mar, voltámos para casa para nos prepararmos para ir jantar. Acabámos por ter azar e não conseguimos ir ao restaurante que queríamos (estava fechado) e tivémos de acabar na confusão do mercado da ribeira. Mas foi bom na mesma, comemos um belo sushizinho, depois viemos para casa comer a minha pavlova de frutos vermelhos. Um dia em cheio, que me deixou mesmo de barriga cheia, por ter feito tudo o que quis, com quem mais gosto. 






terça-feira, 13 de setembro de 2016

Este país é lindoooooo!!!!!

Posso ir a esta praia umas 593 vezes seguidas, que a minha reação quando começo a descer esta estrada e vejo esta paisagem abaixo, vai ser sempre:
- Ah.... Que lindo!!!!
Esta praia é mesmo do melhor. Domingo passado foi dia de lá passar novamente o dia inteirinho. Tão bom!!!
Foi simplesmente perfeito. A temperatura do ar estava no ponto, não havia uma ponta de vento para estragar os (meus) ânimos, água fresquinha mas não gelada, amigos bem dispostos, voltas de kayak até à ilha com direito a ver belos cardumes numa água límpida e apetitosa.
Maravilhoso Portugal! Maravilhoso Portinho da Arrábida! 


quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Soutiens... Quero-vos baratos!!

Fico inúmeras vezes revoltada quando vejo o preço de determinadas cuecas ou soutiens. São peças de roupa essenciais e pequeníssimas, que não justificam ficarmos com um buraco na carteira de cada vez que precisamos de um stock.
Antes de ir de férias, verifiquei que precisava mesmo de soutiens cai-cai. Dois dos 3 que tinha disponíveis estavam  mesmo a ficar inoperacionais, um roto com o arame de fora, o outro com um dos apoios laterais partidos. E passar a vida vestida com alças, e com as fitas de soutien a ver-se não é opção para mim, detesto. Por isso, no último fim de semana antes da partida, lá fui eu em busca de uns substitutos, esperançosa ainda com os restos de saldos.
Entrei primeiro na Intimissimi, e perguntei pelos soutiens. A menina mostrou-me um que custava quase 30€, e perguntei se não tinha ainda em saldo. Disse-me que não, e que o preço mais baixo que tinha era aquele.
Pus um ar empinado e enojado, e disse-lhe:
- Então não quero, obrigada!
Saí com um ar vitorioso da loja e a pensar que a menina queria fazer de mim parva, vejam lá, onde é que já se viu dar 30€ por um soutien, era o que faltava e 
blá, blá, blá.
Entrei logo na loja que estava em frente, e que era a Triunph. Perguntei novamente por soutiens cai-cai, e a nova menina mostrou-me um a custar quase 40€. Perguntei se não havia mais barato,  ao que me disse que não, pois o seguinte já custava 42€ e assim por diante.
Agradeci, e saí novamente da loja a achar que estava tramada e a pensar que me tinha armado em esperta na loja anterior, e agora se calhar ainda tinha de lá voltar com o rabo entre as pernas, pois precisava mesmo ir de férias com as "madalenas" aconchegadas.
Dei uma volta pelo centro comercial, ao mesmo tempo que puxava pela cabeça a tentar lembrar-me de lojas de roupa interior que normalmente estão expostas em centros comerciais. Nisto dá-se-me uma luz na mente e dirijo-me ao fundo de um corredor com a Tezenis em pano de fundo. Entro, vejo resmas de soutiens cai-cai tal e qual como queria, e quando vejo os preços, rondavam os 13, 14€.
Escolhi, experimentei, adorei e voltei para casa com estes belos espécimens que me assentam lindamente, e que por 27€ os 2, cumprem totalmente o propósito.
Por isso minhas amigas, se querem soutiens decentes e a um preço justo para a pequeníssima peça de roupa que é, vão à Tezenis.


terça-feira, 6 de setembro de 2016

Praça de Espanha, 21:41h

Páro num semáforo, e nisto aparecem à minha frente 2 artistas circenses a fazer malabarismo. Adoro malabarismo. Ao ponto de tanto ter insistido comigo em teenager para conseguir fazer algo do género, hoje consigo manusear por alguns instantes 3 bolas, 3 laranjas ou algo do género.
Mas não é disso que quero falar... Dizia eu que os rapazes faziam malabarismo para ganhar uns trocos enquanto os semáforos estavam vermelhos. E enquanto o faziam, sorriam. Estava a ser certamente um trabalho divertido e feliz. Depois, reparei que num trabalho deste género, não estão constantemente a ser interrompidos por skype para darem uma palavrinha, não podem atender o telemóvel ao mesmo tempo, não veem emails, nem ficam com ansiedade quando veem chegar um retângulo do lado direito a sumir-se com a próxima mensagem de correio acabadinha de chegar.
Pensei tudo isto enquanto estava no semáforo, depois de um dia em que a tecnologia não me deixou ter qualquer foco no que precisava fazer com atenção. Passei o dia com outro tipo de malabarismos para garantir o meu espaço de trabalho, e que não me esquecia de nada importante, com tanta coisa a acontecer ao mesmo tempo. Com a diferença de que tenho alguma dificuldade em fazer o meu malabarismo com um sorriso na cara. E às vezes podia tudo ser tão mais simples...