Estas bolachinhas deliciosas, de seu nome "sortido húngaro" (nunca percebi a associação do nome à bolacha) para as quais sou completamente "addicted". Raramente as compro, senão é a desgraça completa. Mas o meu homem de vez em quando resolve trazer-mas cá para casa, ainda não percebi se é para fazer records ao tempo que duram na despensa, ou se é mesmo só para me mimar. O que é certo, é que não lhes resisto.
Não consigo comer só uma, não consigo olhar para elas sem as provar, não consigo beber um café sem as ditas a acompanhar, caso andem a passear cá por casa.
Hoje resolvi ler os ingredientes do rótulo, e fiquei escandalizada.
Tanta porcaria que li meu Deus! Tanta porcaria. E o pior, é que durante a minha vida já devo ter comido uns quantos quilos disto.
Já me andam nas veias aqueles E-qualquer coisa, todos assombrosos, prontos para me comerem viva daqui a uns anitos.
Minhas ricas bolachinhas: Não sei quem vos inventou, mas eu vou ter de vos colocar um travão à entrada da minha boca. Posso comer uma de vez em quando, quando vos vir deleitadas numa qualquer festa de anos de criança. Mas a nossa relação de consumo compulsivo fica por aqui, sim?
