quinta-feira, 4 de junho de 2015

Jesus? J'asus!!!

Eu, que não sou nada adepta de futebol, mas sempre tive uma tendênciazinha para o Sporting, dado o apego familiar que me era próximo, vejo estas notícias da eventual mudança do treinador do Benfica para o Sporting e fico um pouco boquiaberta.
Acho que não fica assim muito bem, não senhora. Os 2 rivais históricos de Lisboa, ficarem agora a olhar para um treinador que saiu de um clube vitorioso para outro que não consegue um título de campeão nacional há tanto tempo, é assim um pouco estranho. Não fica bem, e sinto logo que não vai correr da forma que esperam. Porque agora o facto do Sporting ficar confiante com um treinador vencedor, vai fazer-lhe sair o tiro pela culatra. Mas são só ideias e pensamentos de quem não vê a ponta de um corno de futebol à frente. Parece-me mal, e pronto!

terça-feira, 2 de junho de 2015

Segurança Social e Natalidade

Já toda a gente percebeu que ninguém vai ter reforma daqui a uns tempos (poucos) pela baixíssima taxa de natalidade que nos assiste. Tudo o que é político fala do assunto, e de vez em quando saem-se com umas medidas. Cada uma que dizem eu deito as mãos à cabeça. É os avós que podem ficar em casa, são os carros novos que pagam menos imposto...enfim, completamente ridículo tendo em conta o que verdadeiramente afeta os portugueses e a vontade de não ter mais filhos do que têm.
Senhores governantes, eu passo a explicar de forma sucinta:
O que os portugueses precisam para ter mais filhos é DINHEIRO... MONEY...PILIM... CHETA...o que lhe queiram chamar. Não é possível ter filhos com creches a mais de 500€, a maior parte das vezes superior ao ordenado mínimo nacional. As pessoas precisam de um teto, de luz, de gás, de água, de comida, de roupa, de saúde, de educação. Por isso não há dinheiro para filhos, será que não percebem? E os que podem ter 1 ou 2, não têm mais porque não querem perder o conforto que têm. Querem continuar a ter dinheiro para férias, para ir comer fora de vez em quando, que esta vida frenética na sociedade portuguesa anda impossível, e são precisos escapes. Dinheiro, meus senhores. E muito, que uma criança fica muito cara. O que os portugueses precisam para terem mais filhos é de um subsídio gordo durante vários anos, para ajudar a pagar a maior parte das despesas. Perceberam?

Férias ...

Só agora, em Junho, ando à procura de uma disponibilidadezinha, a um preço não pornográfico, para o Algarve em Agosto.
Hum... isto está bonito, está. Deixamos tudo para a última hora e agora: embrulha!!! Ou tá tudo cheio, ou o que não está cheio não tem preços para a minha bolsa.
Está bonito isto, está!!!

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Dia da Criança

É dia de lembrar todos os meninos a quem não é dada a oportunidade de serem crianças. De brincarem, de aprenderem com eles e com os outros, de viverem consoante as suas capacidades. É dia de lembrar os seus direitos e de entristecer com a certeza de que ainda há muita criança explorada por questões financeiras, mal tratadas, violadas, e tudo à conta da sua fragilidade enquanto seres humanos.
É tão bom ser criança, ver o mundo tão simples aos olhos delas, sem preocupações, sem ansiedades, sem julgamentos. O ser, simplesmente, e saber que podem ter o conforto do colo dos Pais sempre que seja preciso. Infelizmente falta este amor e esta pertença a tantos meninos deste mundo. E para eles, hoje, é dia de lutar contra tudo o que os deixa infelizes. Porque as crianças são, sem sombra de dúvida alguma, o melhor que este mundo tem, nos seus olhos puros e transparentes.
Feliz dia da criança para todos!

domingo, 31 de maio de 2015

Marcas da vida

Há alturas da vida que nos deixam marcas para sempre, sejam boas ou más. Uma dessas alturas é, sem dúvida nenhuma a adolescência, e as férias de verão que passamos nessa época, principalmente se forem sempre no mesmo sítio e com as mesmas pessoas. Eu fui uma dessas pessoas, que passou férias mais de 10 anos no mesmo sítio, mantendo, ano após ano, as mesmas amizades e outras mais que se íam juntando a cada ano que passava. Comecei a passar férias no mesmo sítio com 12 anos, e aos 23 ainda por lá andava. Foram tempos memoráveis de amizade e cumplicidade de grupo. Ríamos que nem uns perdidos, fazíamos imensos disparates, imunes que estávamos num curto período de tempo à autoridade dos pais que se desligavam um pouco das obrigações em alturas de férias, os primeiros namoricos, as primeiras deceções. Mas com o tempo, os exames de faculdade, e o início no mercado de trabalho, fomos deixando de aparecer, o grupo foi-se desfazendo e o empreendimento onde passávamos férias também teve problemas a nível legal e fechou. Perdemos os contactos uns dos outros, de vez em quando lá nos cruzávamos em Lisboa, outros como eram da zona norte, nem nunca mais os vi. Mas depois apareceu o facebook! E fomos, a pouco e pouco, descobrindo-nos a todos, ainda que alguns ainda os estejamos a descobrir agora, porque vamos fazendo as ligações que uns têm com outros que já tínhamos dado como perdidos. E temos, neste momento, uma rede já bastante completa. Era um grupo muito grande, nem todos os anos apareciam todos, mas havia um núcleo duro, espinha dorsal que mantinha tudo unido de uns anos para os outros. E com o facebook, vieram os contactos, os emails, os números de telefone. E ontem, mais de 15 anos depois de nos termos encontrado pela última vez, conseguimos reunir um grupo pequenino, mas já a semente para futuros encontros. E foi tão bom. As conversas, as lembranças....é incrível como aquilo que me ficou retido na memória também reside na memória dos outros, de igual forma e com a mesma intensidade. Porque se foi uma época marcante para mim, também o foi para todos eles, deixou uma marca positiva em todos nós.
Adorei!
Um brinde muito bem merecido.


quinta-feira, 28 de maio de 2015

Deste Calor

Eu adoro o verão, e não sou nada fã de inverno. Gosto do tempo quente, de poder ir à praia, de andar de sandálias, de roupa leve, dos dias grandes, de comer gelados, de apreciar o dolce fare niente numa esplanada. Mas também gosto que as coisas aconteçam na altura certa. Não como fruta de verão no inverno nem vice versa. Não suporto ver melão à venda em dezembro, tal como não como uma maçã ou pêra durante o verão. Não faz sentido, é contra natura. E por isso, e porque este calor de maio que estamos a sentir é um exagero para a época, estou doidinha para que ele acabe. Porque se os dias fantásticos de verão estão a chegar agora, palpita-me que vamos ter uma grandecíssima porcaria de verão, com tempo fresco e a coisa que mais detesto - vento!
Por favor verão antecipado: Vai-te embora e regressa aí em pleno lá para finais de Junho. Pode ser?
Agradecida!

quarta-feira, 27 de maio de 2015

Do nosso querido IRS

Confesso que no dia da greve - ontem, portanto - o que me aliviou o sistema nervoso, foi ouvir esta mixórdia de temáticas. Já não dava assim umas boas gargalhadas com humoristas há muito tempo. Eu não sou pessoa de gargalhada fácil no que toca a estes humores (o Herman é que continua o meu Top e a surpreender-me de vez em quando), mas desta vez, o Ricardo Araújo Pereira fez-me começar mesmo muito bem o dia. E porque ainda no domingo tinha tido o meu marido a coçar a cabeça sem saber muito bem o que preencher em determinados campos - que aquilo está cada vez mais confuso -caiu que nem ginjas.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Mas quando é que privatizam o Metro?

É que isto já não se aguenta. E o povo, caladinho, sem nunca se revoltar claro, a levar com isto tudo! E que tal fazermos uma manifestação para exigir indemnizações a quem tem passe? Por favor!!!! São greves todas as semanas, umas atrás das outras, o trânsito completamente caótico, tudo a chegar atrasado ao emprego. Isto é demais, não? Há quanto tempo (anos), é que há greve de metro quase todas as semanas? Tenho a certeza de que há mais de um ano é seguramente. Já chega! Façamos alguma coisa. Privatizem de vez, acabem com sindicatos idiotas, mexam-se! Este país nunca poderá, realmente, ir a lado nenhum!

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Famílias desestruturadas

Já há algum tempo que não falo aqui da emigração, e do meu Emigration Report, porque entretanto passei uns tempos sem ouvir falar de ninguém à minha volta que se tivesse ido embora. Mas ontem, enquanto via o novo programa "Cook Off" caiu-me a ficha outra vez. Estava um senhor a contar, enquanto choramingava, que a mulher era professora e tinha sido colocada em Coimbra (o senhor morava na Beira Alta), e por isso agora estava longe da mulher e do filho que tinha ido com ela. Esta semana, o meu filho veio dizer-me que duas das suas coleguinhas de escola vão abandonar o país agora no final do ano, porque o seu Pai já se foi embora (uma vai para o UK - mais uma - a outra irá para a Irlanda). E eu só penso: Mas a única coisa que este País sabe fazer é dar cabo das famílias? É desestruturá-las? Obrigá-las a viver uma vida à distância, até que todos se possam encontrar de novo, quando as condições assim o permitem? Olhem fico tão triste, tão incomodada com isto, que não consigo deixar de pensar no assunto, e de imaginar, que num dia não muito longínquo - aliás parece estar cada vez mais perto - irá calhar-me a mim também.
Que tristeza!

sexta-feira, 22 de maio de 2015

Esta mulher cada vez me surpreende mais pela negativa

A revista é antiga (de janeiro), mas eu encontrei-a agora numa sala de espera. Esta mulher, cujos livros já decidi deixar de ler há algum tempo, só diz disparates. Ora atentem bem às letras gordas:


Portanto, a única característica que podia interessar a uma mulher muito oca, como ela insiste em continuar a mostrar que é. Oh senhores!!

Altos e Baixos, altos e Baixos

É como eu ando. Se há dias em que me sinto mais arejada, mais elevada, com um espírito positivo que ultrapassa as minhas questões psicológicas que me andam a limitar, outros dias há que me deitam completamente abaixo. Basta ouvir uma conversa menos simpática, uma frase que me marca mais do que devia, uma sensaçãozinha no corpo. Qualquer coisa. Ainda há muita instabilidade na minha pessoa, e isto não anda bem.
Como eu quero que isto passe depressa, senhores. quero a minha vida normal de volta. Possa!!!

quarta-feira, 20 de maio de 2015

E ainda dos exames

Hoje foi o dia do exame de matemática. E mais uma vez as borboletas na (minha) barriga. Sim, porque ele estava na boa.
Agora à hora de jantar ouvia os comentários "contra" de alguns professores na TV, que declaravam ser um programa desadequado, complexo, abstrato. Eu, que não sou professora, não tenho o "calo" para poder proferir certas opiniões a respeito do dito assunto, mas lá que eu fico abismada com a quantidade de matéria que os miúdos hoje em dia dão na escola primária, fico. Dão polígonos a uma profundidade exagerada, frações que eu só vi pela primeira vez para aí no 6º ano, para além de toda a outra matéria básica que tem de ser bem percebida. É um programa pesado, não há dúvida. Mas também não tenho dúvidas que os nossos miúdos devem ser dos mais bem preparados desta Europa, e quiçá, do Mundo. Já conheci quem fosse para inglaterra com miúdos na primária e que, apesar de não dominarem o inglês, brilhavam ao pé dos outros na matemática. Se está correto assim? Não sei! Se é muito duro para as crianças? Também não sei. Mas há 30 anos atrás, tenho em crer que era seguramente mais "leve", concluir a instrução primária.

terça-feira, 19 de maio de 2015

Eu hoje estou quase a voar

Bolas!
Quem é que abriu a janela e a porta ao mesmo tempo? Já viram a corrente de ar louca que aí anda?
Como sou relativamente leve, tenho sempre medo destas rabanadas fortes. Tenho sempre a sensação de que me vai atirar para cima de algum carro ou levantar-me os pés do chão.
Me-Do!

segunda-feira, 18 de maio de 2015

A Barbárie

Não tenho adjetivos que consigam descrever o terror que se viveu em Salvaterra de Magos entre 2 jovens menores de idade. Foi de tal ordem monstruoso que fico com pena de ambos e das suas famílias. Não faço ideia do que se passou entre os 2, mas o seu encontro deve ter sido tudo menos inocente. Hoje lia uma mensagem da mãe do "criminoso" que dizia isto:



Este jovem de 17 anos já tinha cadastro, já tinha cometido outros crimes antes, e já tinha vivido em instituições próprias para correção. Não querendo de forma alguma desculpá-lo, que o que aconteceu não tem desculpa possível, mas o transtorno da mente deste rapaz era e é, seguramente, demasiado gigante para ser ignorada. Aperceberam-se tarde demais, depois de uma tragédia dantesca.
A sua mãe escreve este texto a matá-lo na sua vida, e a ignorar que um dia houve um bebé que saiu de dentro de si e que foi responsabilidade sua. É verdade que os pais não têm de ter culpa de tudo, e não conheço esta história familiar, nem a vida dura que certamente a mãe já terá tido. Mas uma mente perturbada destas tem também (para além de outros muitos possíves fatores) origem numa grande desestruturação familiar. E nisso, também cabe à sua mãe fazer uma instrospeção profunda e não um um simples corte com uma vida que também lhe pertence.
E paz às "suas" almas!

Exames!

O meu pequenino, o meu bebé, o meu menino, já tem hoje exame de 4º ano. Coitadinho! Embora não o tivesse achado muito nervoso, vi-o a fazer perguntas um pouco disparatadas que denunciaram a sua ansiedade perante o facto.
Sou da geração em que não havia exames nenhuns do género, por isso nem sei muito bem ter opinião sobre o assunto. Que é preciso nivelar os alunos e perceber, em momentos chave, quão bem sabem a matéria base para transitarem de ciclo, é um facto. Mas também me custa submetê-los a tanta pressão, tendo em conta todas as pressões que já existem hoje em dia nas suas pessoas pequeninas.
Meu menino. Sei que sabes muito, tens sempre boas notas, e normalmente só erras por distração. Já escreves melhor (sem erros) como muitos adultos nunca o conseguiram fazer, por isso sei que te vai correr bem, e que vais ficar mais aliviado depois de perceberes que um exame não é nenhum bicho de sete cabeças.
Boa sorte meu amorzinho!