domingo, 21 de outubro de 2018

Lasanha Vegetariana

Mais uma receitinha vegetariana para fugir à carne e peixe, que me cansam cada vez mais.
Ficou ótima, só com legumes biológicos que agora compro no mercadinho perto de minha casa aos sábados.



Ingredientes (para 4 pessoas):

1/4 couve flor
1 alho francês 
1 cenoura
100 g de cogumelos (usei shitake)
1 mão cheia de espinafres
1 Beringela pequena fatiada
4 tomates pequenos
Tomatinhos cherry para enfeitar
Molho bechamel q.b.
Placas de massa para lasanha (usei 12)
Queijo parmesão ralado.
Azeite q.b.
Pimenta q.b.
Manjericão q.b.

Comece por grelhar as fatias de beringela. Reserve. Num tacho, aqueça o azeite e junte o alho francês fatiado fininho, a couve flor picada, a cenoura ralada e os cogumelos partidos aos bocadinhos. Deixe refogar, tempere de sal e pimenta. Junte os tomates pelados e cortados em pedaços pequenos. Deixe cozinhar alguns minutos e junte depois a beringela cortada em pedacinhos e as folhas de espinafre picadas. Deixe cozinhar tudo alguns minutos e, por fim, um pouco de folhas de manjericão.
Faça o molho bechamel com um pouco de margarina, farinha e leite. Junte um pouco de noz moscada.
Alterne então as fatias de lasanha com o molho de legunes. No final, na última camada de massa, acrescente um pouco de polpa de tonate e o molho bechamel. Enfeite com os tomates cherry cortados ao meio, polvilhe de queijo parmesão ralado e leve ao forno, cerca de 30 minutos.

Bom apetite!

quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Mudança de Hora - Parece que afinal já não vivemos em Democracia

Este PS dá comigo em doida. É o Medina com as obras e os disparates em Lisboa. E agora o António costa com a mudança de hora. Estou piursa com isto!
Odeio a mudança de hora. ODEIO!!!!! ODEIO!!!!!
E quando vi que iam reequacionar o assunto fiquei tão feliz. Por que se o iam fazer, é porque há um motivo sério para tal, porque os cidadãos não se sentem bem com isso.
Ora bem... foi o que aconteceu. Em todos os países se votou, e a resposta foi notória, sem dúvidas.
Em Portugal? Também!
Mas o António Costa? faz o que quer! Ele está no governo sem que o tenham eleito, pelo que esta é apenas mais uma. Vai decidir com base no que uma entidade acha, e não no que os cidadãos votaram.
Eu votei, e a opção que ganhou foi precisamente a que votei. O que acontece agora? Nada! Porque em Portugal o voto de nada serve.
Estou capaz de o atropelar se o vir na rua. A sério! estou mesmo chateada com isto.

segunda-feira, 1 de outubro de 2018

Wanderlust - Nunca mais!!!!

Ora sendo eu uma moça que gosta de correr, de fazer yoga e de meditação, isto parecia o evento ideal. Já o ano passado pensei em ir, mas achei o bilhete um pouco caro, e não tive ninguém a desafiar-me, pelo que não me aventurei.
Este ano, tendo ficado com a sensação de que o ano passado até foi giro, e tendo umas amigas a desafiar-me, lá fui eu ontem direitinha aos jardins da fundação EDP. 
Pois começou muito bem, com um dia lindo à beira-rio, bom ambiente, um check-in fácil, um saquinho cheio de coisas interessantes... o pior veio depois. A corrida começou, tudo bem, sem precalços. Depois veio o yoga. Resolveram dividir a aula de yoga em 2 partes, com dois professores diferentes. O problema é que não se alinharam e acabámos a fazer quase o mesmo, uma saudação ao sol sem fim, já não aguentava a posição do cão, que a mim me custa para chuchu, quanto mais sendo feita um número infinito de vezes. Um calor abrasador, sem haver uma única sombra, estava a ver quando é que o pessoal começava a cair para o lado de insolação. O único sítio para encher a garrafa de água era numa barraquinha onde tinha de levar com a publicidade da água alcalina, tive de deixar o meu número de telefone, etc.
A parte de meditação foi bonita, mas... não me afetou nada. Não sei se devido ao calor, se o Sol já me estava a afetar a moleira, o que é certo é que achei muito fraca ao nível de ser potenciadora de me deixar num estado melhor. 
Depois veio o almoço. Para mais de 3000 pessoas que estavam naquele recinto, e sendo que uma grande parte tinha bilhete com almoço incluído, tinham uma... sim, disse bem, uma única barraca do celeiro para dar a tacinha de comida. A fila era interminável, ao Sol, devo lá ter ficado perto de meia hora até ser atendida, e porque fui logo para lá, caso contrário nem sei. Sendo que saí de casa às 08, só consegui almoçar eram umas 14:20h. Por favor....
Enquanto estava na fila, veio uma menina da organização perguntar se não queria ir à aula de fitness da Isabel Silva. Como?!?! Nem sequer deram um programa ao início para sabermos o que havia no recinto. Sabia lá que havia uma Isabel Silva ou que a Marta Gautier ia dar uma palestra às 16:30h.
A sério.... organizam dezenas de eventos em Portugal. Organizam centenas de eventos no mundo.... isto não faz sentido...
De dizer que hoje estou com uma dor de cabeça descomunal, quase não conseguia trabalhar, de tanto Sol que apanhei. Foi de tal modo traumatizante que hoje andei o tempo todo a fugir do Sol. Parece que já nem consigo estar sem ser à sombra.
Paguei 38,5€ por aquilo. Nunca mais!!! 

segunda-feira, 17 de setembro de 2018

E 43 já cá cantam!!!

Coisa estranha esta da idade. Fazem-me muita impressão estes números já fartos, quando me sinto completamente uma miúda. Gosto de festas, de passear, de me divertir, estou farta de muita responsabilidade, continuo a vestir-me muitas vezes como uma miúda que se recusa a ser mulher. Digo disparates, não penso muitas vezes no que digo, é o que sai... seja para miúdos ou graúdos. Gosto de praia, de piqueniques, de gargalhadas com amigos. Gosto de gelados e de noites de verão quentes. Gosto de viver! E de não ter de estar constantemente a pensar no futuro. Tenho 43 anos, uso minissaia quando me apetece, cabelo comprido, calções curtos, roupa até transparente. Tenho 43 no cartão de cidadão, mas sinto-me com 26. Sou uma miúda, e às vezes criança a precisar de colo. Hoje fiz anos e fiz tudo o que me apeteceu.
It’s my party and I cry If I want to....

E até amanhã para mais um dia de rotina... bááá!!!!

quarta-feira, 29 de agosto de 2018

Um murro no estômago

Estamos nós todos contentinhos a acabar as férias, ai tão bom, gosto tanto de praia, é tão bom não ter preocupações, e tal e tal e toca o telefone.
No meu último dia de férias, enquanto acabava de almoçar numa esplanada na praia, recebo um telefonema do trabalho. Do outro lado, com uma voz suave e delicada, tinha uma colega a dizer-me que um dos nossos colegas tinha falecido no dia anterior, num brutal acidente de automóvel.
Um choque! Ainda perguntei estupidamente se estava a gozar comigo. Não queria acreditar!!!! Como era possível? Ainda por cima ultimamente era uma pessoa com quem lidava mais frequentemente à conta do projeto com o qual trabalho.
Uma pessoa fica incrédula. Começa a colocar tudo em causa, pensa no sentido da vida.
Bolas!!! Ele não merecia!! Era novo, uma excelente pessoa, um ótimo profissional, muito respeitado por todos. E que morte foi! Deu direito a notícia na comunicação social e tudo, pela brutalidade associada.
E assim, de repente, vês os teus colegas a chorarem no corredor, a evitarem passar pela antiga sala dele, a questionarem os valores da vida e o que nos move diariamente, a serem até melhores uns para os outros. Um dia estás, no minuto a seguir podes já não estar.
Um murro no estômago, um abre-olhos, um peso enorme na nossa consciência.
Vive o presente! Como o próprio nome indica, é uma dádiva e deve ser aproveitada como tal. O passado já foi, o futuro ninguém conhece.
Fiquem bem!

domingo, 19 de agosto de 2018

De férias na Sardenha!

Sim, estou de férias na Sardenha. Sim, este ano não fui para o Algarve como os 9 563 231 portugueses. Mas desta vez, queria ter a certeza de que tinha verão. Estou doida com o vento que se faz sentir em Portugal, e já percebi que começa a ser um padrão, ultimamente acontece em todos os verões e nem o Algarve escapa. Não há quase noites para andar sem casaco, a água é fria, a praia nem sempre é o mais agradável. 
De maneiras que, este ano, resolvi embarcar numa aventura até à Sardenha. Os pormenores ficam para um post posterior, agora queria apenas referir umas coisitas que me vão assolando a mente enquanto ando por aqui.
Está muito calor, e a água do mar é, simplesmente, fenomenal. Entro no mar como se estivesse a entrar na minha banheira. A água está a uma temperatura verdadeiramente deliciosa. As praias são parecidas com Menorca, pequenas e de um lindo azul turquesa. Algumas completamente a abarrotar, mas estamos em agosto, não há milagres.
Agora o que me deixa mesmo, mesmo com a pulga atrás da orelha é o figurino destes italuanos. Nunca vi tanta mulher elegante por metro quadrado. E quando digo elegantes, quase me refiro a mulheres que podiam perfeitamente entrar em anúncios de bacardi, bikinis, old spice e por aí fora. Nunca vi tanto rabo sem uma pinga de celulite (que inveja), tanta barriga sequinha sem uma ponta de gordura e flacidez, e depois ainda têm uma altura acima da média, o que me deixa mesmo roidinha até ao tutano. E eles? A mesma coisa. Andam todos muito tatuado e de tanga para que se veja bem o material, talvez. Secos, secos, para condizer com o par feminino.
Há que ressalvar que a grande maioria que tenho visto são seguramente mais novos do que a minha faixa etária, sem filhos, mas ainda assim.... como conseguem? Com tanta pasta, piza, gelati, qual é o segredo? Eles comem outras coisas? É das carradas de pomodoro? É do quê, senhores? Alguém sabe? Já das outras vezes que tinha estado em Itália tinha reparado. Mas agora que ando nas praias e vejo os corpos despidos, surge uma admiração ainda maior. 
Raios partam estas italianas! Anda uma pessoa a correr, nadar, fazer yoga, comer frutos secos, etc, etc, e mesmo assim tem sempre o rabo numa desgraça e a barriga flácida, e depois vem a Itália, à terra da comida pecaminosa e é isto.
Há por aí alguém com ideias? 
Agradecida!




domingo, 12 de agosto de 2018

10 anos e a incrível tendência de começar a desligar

A minha filha fez 10 anos. São já 10 anos daquela que, por ser a mais nova, eu tenho tido sempre a difícil capacidade de aceitar como não sendo um bebé. Mas de há uns bons meses para cá, tenho-me sentido diferente no que à relação dos filhos diz respeito. O cansaço, o sentimento de prisão por todo o controlo necessário, todos os afazeres por ter filhos e que não teria se os tivesse, fizeram-me começar a relativizar certas coisas. E se há 2 ou 3 anos atrás, por cada aniversário deles, caía sobre mim um manto terrível de saudosismo, a coisa agora mudou um pouco. Sim, são 10 anos, olha que bom. Estão a crescer, a depender cada vez menos de mim, a tornarem-se cada vez mais independentes. 
Quando, há uns anos, me pediam para dormir fora de casa, em casa de outros amigos, eu gelava. O pensar em acordar e ver uma cama vazia, o ter de passar mais de um dia sem os ver.... era um pesadelo para mim. Agora? Queres dormir fora? Há um acampamento no ATL e queres ficar? Tudo bem.... sempre são menos umas horas em que os tenho a implicar um com o outro. 
Estou cansada! E mudei! Não tenho mais a capacidade de um controlo gigante que sempre lhes fiz. Eles precisam crescer, aprender, e não podem estar à espera que a mãe vá sempre à frente limpar-lhes o caminho.
10 anos!!! Boa filha! Cada vez mais crescida e cada vez mais companheira para me ajudar a viver esta vida que é, cada vez, mais difícil.

quarta-feira, 1 de agosto de 2018

Objetivos

É sempre bom ter objetivos. E já por várias vezes referi aqui a minha vontade em conseguir correr 10km. Mas como corro com pouca frequência, e o meu corpo também não evoluiu assim como eu queria, este tem sido um objetivo duro de alcançar.
Mas este ano já tomei uma decisão: vou correr a São Silvestre no final do ano. Serão, se Deus quiser, os meus primeiros 10km numa corrida.
De maneiras que estabeleci algumas metas até lá, de forma a que a coisa não seja demasiado sofrida. Como já há algum tempo que tinha conseguido correr 7km seguidos, defini um plano até Dezembro. Sendo assim, teria de atingir os 8km no pico do verão, no final de Setembro conseguir correr 9km, e depois correr 10km poucos dias antes da corrida, para o meu psicológico ir preparado para o sucesso.
Normalmente não é para mim fácil conseguir estes feitos no que ao exercício físico diz respeito. Mas ontem, dotada de muita energia à conta de um bom almoço, e decidida a conseguir uma boa performance antes da vaga de calor, lá me fiz ao caminho.
E consegui!!!!! Consegui o objetivo de correr os 8km sem ter sido um suplício. Demorei 1h certinha, nem mais um segundo, mas para mim, não é um resultado desastroso. Já consigo correr 1h sem parar, e agora é só continuar. Estou contente! E confiante de que vou conseguir :)

segunda-feira, 23 de julho de 2018

Parece que estamos em Cabo Verde

Só que não!!!
Estamos em Portugal, e isto não é bonito, nem bom :(
Há uns anos fui a Cabo Verde, à ilha do Sal. Tinha vontade de experimentar, diziam que a praia era boa e tal, e lá fomos.
Não é que não tenha gostado, mas fiquei assim de sorriso amarelo com aquelas férias. Era uma ventania pegada todo o santo dia. Se, de manhã, ainda se aguentava, à tarde era um verdadeiro vendaval. As palmeiras em volta da piscina, quase tombavam, a areia da praia levantava, não se conseguia estar bem, descansada, a aproveitar a praia. Disseram-me lá, na altura, que só em Julho e Agosto o vento abrandava. Pensei: “Que horror!!! Eu que odeio vento jamais conseguiria aqui morar. Só 2 meses de calmaria..,”
Mas agora, que continuo a morar em Lisboa, sinto-me em Cabo Verde. Já nem falo das temperaturas baixas para a altura do ano, mas falo nesta ventania horrível que nos acompanha todos os dias.
Ontem, domingo, fugi do litoral para ver se corria melhor. E correu. Não sei se em Lisboa o vento também amainou, mas eu fui para uma praia fluvial no Alamal para estar mais no interior do país e aproveitar o tempo mais seco e quente. E foi muito bom. Praticamente não tivemos nem uma aragem, e passámos um belo dia de praia (o meu primeiro dia de praia, finalmente).
Hoje o dia também esteve agradável. Mas amanhã regressa tudo. Vento e até ameaça de chuva. Por favor!!! E eu que sou daquelas que passa o ano à espera do verão.

Agora até ir de férias (para fora de Portugal), fico já com energia deste dia de ontem para ver se me lembro que estou no verão. Ai vida






terça-feira, 10 de julho de 2018

Com a respiração suspensa - pela Tailândia

Há muitos dias que a Tailândia não saía do meu pensamento. Aqueles miúdos presos na gruta há tanto tempo, aquela tranquilidade aparente face a um fim inevitavelmente próximo, e o facto dos miúdos estarem na faixa etária do meu filho, deixaram-me quase sem respirar.
Todos os dias andava à procura de mais notícias, cheguei a acordar de noite a pensar naquilo.
Isso, a juntar ao facto do salvamento ser em parte debaixo de água, em locais completamente claustrofóbicos, com garrafa de mergulho... estava a ser, na minha cabeça, um filme de terror.
Fala-vos uma pessoa com um trauma permanente depois de ter feito uma ressonância magnética, e que num batismo de mergulho, veio por aí acima de repente, por pânico absoluto. Já para não falar dos problemas de ansiedade que ainda vou resolvendo. E esta situação tinha tudo o que a mim me deixa à beira de um ataque.
Confesso que, no domingo, quando disseram que iam iniciar os resgates, temi o pior. Cheguei a dizer que havia fortes probabilidades de isto se tornar numa enorme tragédia. Estava em suspenso. Passei a ficar paranóica de notícias, acordava a fazer contas à diferença horária, mudava de canal de rádio no carro à procura de novidades. 
E hoje estou muito feliz. Porque correu tudo lindamente, porque conseguiram salvar todos, porque houve muita coragem de todos, de quem salvou e de quem foi salvo.
Não posso, no entanto, deixar de referir que houve uma morte no meio disto tudo. Alguém que se predispos a ajudar, e que não conseguiu aliar o planeamento com as ações necessárias. Uma grande tristeza.
Também não posso deixar mais uma vez de referir a importância da meditação, e que eu tanto apregoo, para ajudar numa situação tão delicada como esta. Eu sou um claro resultado positivo dessas técnicas. Desde que as descobri, nunca mais as larguei, ainda que não pratique com a regularidade e intensidade que devia. Mas funciona, e começamos todos a acordar para esse facto.
Esta história vai servir de exemplo de estudo para muita coisa. E ainda bem que será um exemplo feliz.
Uma grande salva de palmas a todos os que estiveram envolvidos nesta operação. Merecem uma vénia internacional. Clap, clap, clap!!!!

segunda-feira, 9 de julho de 2018

Cinema Paraíso

Quando chega o verão (que este ano parece estar a chegar apenas agora), chegam também as noites de cinema ao ar livre em vários pontos da cidade.
Este sábado, fui ver o filme “Cinema Paraíso” ao cine conchas. Disseram-me que seria giro para o tipo de filmes que aprecio (realmente nunca tinha visto), e lá fui com os miúdos, sem ter sido preciso convencê-los em demasia.
Pois deixem-me dizer-vos que AMEI!!!
Um filme tão simples, tão bonito, com uma história singela e delicada que aborda um vida mundana de outros tempos. Cada vez tenho menos paciência para ver filmes de grande elaboração, efeitos especiais, histórias de correria que obrigam o meu cérebro a pensar e reagir demasiado rápido. Não, não quero! Quero momentos tranquilos de lazer e contemplação. E o que eu chorei baba e ranho enquanto via o filme? Jesus!!! O meu filho só dizia: “Ó mãe, por favor!!!”
Mas eu sou assim. Gosto de uma boa história lamechas, o que hei-de fazer?
Se ainda não viram, aproveitem uma boa horinha de cinema bom.
Vão ver que não se vão arrepender.





quarta-feira, 4 de julho de 2018

Zmar

Já tinha ouvido falar (ou lido) várias vezes sobre este resort no Alentejo. Até já tinha pensado em ir acampar com os miúdos (só para experimentar) por lá pois há séculos que andamos a falar em ter uma experiência do género. Mas afinal fomos só para um bungalow no Zmar. Tínhamos combinado, em conjunto com os Pais da turma da minha filha, fazer-lhes uma surpresa de final de ano e final de primária. Alguém sugeriu o Zmar, por já conhecer, e foi realmente uma escolha indicada. O sítio é ótimo para grupos de amigos, tem imenso espaço, e o facto de serem bungalows separados dá-nos sossego, não temos de ouvir os vizinhos a abrir e fechar portas como nos hotéis, crianças a chorar nos quartos e outros barulhos que não vale a pena aqui detalhar....
Tem uma piscina exterior excelente, gigante, uma piscina interior que faz ondas de horas a hora. Foi o delírio dos miúdos. A comida também é muito boa, o pequeno almoço daqueles bem fartos como eu gosto. O jantar buffet muito bom também.
A animação noturna foi muito engraçada e posso dizer que foi um fim de semana muito agradável.
Só tem um pequeno senão: É que todos os acessos internos são em terra, e tanto os nossos pezinhos como os carros ficam imensamente porquinhos. 
Mas tirando isso... recomendo! Não é uma pechincha mas para ir descansar uns dias, há por ali muitas atividades para miúdos e graúdos.
Ficam algumas fotos:















quarta-feira, 20 de junho de 2018

Ídolos de Hoje - Que bom que eles existem

Nos últimos tempos, tenho dado comigo a pensar com bastante frequência na minha vida de criança e adolescente, há 30 anos atrás, quando tinha a idade dos meus filhos. O mais velho está quase a entrar na adolescência e tenho preocupações naturais com o seu ambiente do dia a dia, de quem o rodeia, de quem o influencia (sem serem os Pais e os familiares mais próximos), pois sabemos o quão isso é importante para o seu desenvolvimento e formação enquanto seres humanos.
Olho para trás, e não me lembro bem de quem eram os nossos ídolos na altura. Será que haviam? Na política, não me parece. O Soares era fixe, mas não passava disso. Na música, havia alguns, mas que, como exemplo, deixavam assim algo a desejar. Por isso, nunca ninguém me sobressai assim na memória, ninguém que mereça grandes destaques como exemplo. Era o George Michael dos Wham? Os Bros? O João Pinto que foi campeão de júniores? O tio Herman? Bom....
Mas nos tempos que correm, não tenho quaisquer dúvidas de que os meus filhos têm ídolos a seguir. E isso, confesso, deixa-me bastante feliz. Vejamos o exemplo do Cristiano Ronaldo. Um futebolista português, o melhor do mundo, que à medida que o tempo passa parece estar cada vez melhor. E porquê? Porque trabalha muito, porque gosta do que faz, porque tem brio profissional, porque quer orgulhar quem gosta de o ver, porque sabe que leva Portugal ao peito. É honesto, profissional, humilde q.b, com um respeito enorme por todos os cidadãos do mundo. Uma verdadeira inspiração para miúdos e graúdos.
Depois temos o Marcelo Rebelo de Sousa, nosso digníssimo Presidente da República. Outra verdadeira inspiração pelo trabalho, respeito, humildade, carinho, mensagens de paz e confiança que transmite a todos os portugueses. Se deve haver quem não gosta destes nossos ídolos? Pois deve, que nem Jesus Cristo agradou a todos. Mas que eu me sinto muito feliz pelos meus filhos terem estes excelentes exemplos portugueses enquanto crescem, há isso não há dúvida. É uma bênção e uma honra viver no tempo deles.
Um bem haja a estes 2 ídolos que eu adoro, e que Deus lhes dê muita saudinha da boa para que continuem a inspirar todos os portugueses (e não só) por esse mundo fora

sexta-feira, 8 de junho de 2018

Uma vida com 2 empregos

Tenho andado um bocado (para não dizer muito) atarefada.
Nos últimos tempos nem tenho tido tempo para vir aqui dizer um "Olá" ou uma parvoíce que me apeteça desabafar, mas aqui a vossa amiga meteu-se numa aventura que lhe saiu bem do pelo.
Um dia destes, através do linkedin, mandaram-me uma mensagem a perguntar se eu não queria ir dar uma formação para a qual tenho alguma aptidão.
Ao início desdenhei um pouco, e dei uma resposta daquelas a desdenhar, mas que se por acaso as condições fossem boas, quem sabe...
Acontece que fui a uma primeira conversa, depois a uma segunda, e a coisa deu-se. Teria de ir dar formação todas as 2ªs e 4ªs entre as 19h e as 22:30h, durante 5 semanas.
Como foi a 1ª vez que tive de dar a formação, tive de a preparar, óbvio! De maneiras que passei todos os últimos fins de semana de volta daquilo. Estudar, preparar, afinar os textos e exercícios para caberem no programa...enfim, uma trabalheira.
Como no meu emprego diário começo a trabalhar a partir das 08:00h, o meu horário de trabalho nesses dias foi de, sensivelmente, 14:30h. É certo que parava para almoçar (mas sempre menos de 1 hora) e também tinha de me deslocar entre um emprego e outro, onde chegava sempre mais cedo para fazer uma preparação prévia.
Mas o que eu andei extenuada foi obra, meus amigos. Isto de ter 2 empregos já não dá para a minha idade e para todos os afazeres que tenho diariamente e que não se evaporaram no céu.
Ganhar dinheiro custa muito. E não ganhei propriamente para algo que valesse realmente a pena.
Caraças! Nem a trabalhar que nem uma verdadeira maluca fico rica.
Isto tem de haver outra maneira... sem ser roubar como o Sócrates, claro!
Uff...

segunda-feira, 21 de maio de 2018

Harry e Meghan

Não é que o Harry faça o meu género. Sempre o achei feiinho, feiinho, comparativamente ao irmão que sempre achei lindo de morrer. Não acho piada a ruivos e ele, na minha modesta opinião, não traz assim nada de encantado como príncipe.
Mas como mulher, com o meu lado romântico e de coração de manteiga, não pude deixar de apreciar uma boa história de Amor.
Acho que esta relação tem tudo para dar mal, e acho que o casamento até foi demasiado precipitado, face ao tempo em que namoraram. Quiçá pela idade da noiva, que já não vai para nova, e a família real quer-se jovem e fértil, para dar continuidade à condição genética imposta.
Pois isto tudo para vir agora para aqui dizer que o vestido era assim a modos que.... a modos que... simples demais.
Também gosto de simplicidade, nada de coisas espampanantes, mas ele há coisas e situações que exigem assim um bocadinho mais de qualquer coisa. A moça chegou com um decote à barco, que foi a única coisa em que a imprensa se fixou para descrever o vestido que, a bem dizer, não tinha assim muito mais a descrever. Os tecidos podem ser nobres, sim, haver milhentos forros a tornar a coisa bem mais encorpada, mas qualquer semelhança entre aquele vestido e um outro qualquer comprado num catálogo online ou numa loja de chinês, não seria mera coincidência.
Por favor!!!
Bom, que sejam felizes enquanto puderem, que o Harry desfrute da sua morena bonita (muito gostam os ingleses de morenas, santo Deus, já nem podem ver loiras de olhos azuis à frente), e que não chateiem muito a família real que já tem chatices que bastem.
Felicidades!