quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Há esperança neste nosso cantinho

Há esperança!
Apesar de ter chegado a pensar que isto não ia a lado nenhum, hoje voltei a ter esperança.
Foi finalmente concluída a acusação do processo Marquês. E que acusação, meu Deus!!!
Estava à espera de muita porcaria, mas confesso que não esperava tanto. Aquilo foi o esgoto inteiro. Aquela gente mandava no País, senhores!
Era a quem estávamos entregues, a esta escumalha, alguns até cheios de boas recomendações na sociedade portuguesa. Que horror!
31 crimes? E mais 20 ou 12 ou 9?
Mas esta gente cometia um crime como quem vai ali ao restaurante e já vem? A sério, a ser tudo verdade (que ainda muita água há-de correr), isto tem de ser exemplarmente punido. Portugal não pode continuar a pensar que esta gente pode cometer crimes destes e andar por aí à vontade, porque é gente importante socialmente falando.
Eu tenho esperança. Muita! E, ao contrário de muita gente, acredito que se vai fazer justiça. 
Viva Portugal! E vivam os valores que têm de voltar novamente a ser valorizados nas pessoas.

segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Da Ryanair e outros que tais ...

Acho esta história que se está a passar com a Ryanair, linda, linda, linda.
E não, não estou a ser irónica, nem tenho um toque qualquer sádico que me torne feliz em ver milhares de pessoas sem viagens por terem sido canceladas. São negócios que se tornam mais difíceis de fazer, famílias que ficam por se ver, viagens de férias adiadas ou estragadas. Todo um rol de situações de deixar qualquer um à beira de um ataque de nervos. Mas a Ryanair andava a pedi-las há muito tempo. 
É certo que não trabalho lá e não conheço os problemas na primeira pessoa, mas vou fazendo os meus juízos de acordo com o que vai saindo para a comunicação social dos relatos de quem vive a história bem de perto. 
O sr. Michael O'Leary abusava demais. Era o combustível sempre nos mínimos para o avião pesar menos e terem menos custos, tripulação com o mínimo de elementos, trabalho sem os devidos descansos obrigatórios, conceito de autocarro num avião, enfim.., muitas aterragens de emergência foram feitas à custa dos limites do combustível, e muita água correu à conta da suposta falta de segurança que tem, indubitavelmente de pautar, numa indústria do género.
A Ryanair era caso de estudo nas universidades de gestão por ser, supostamente, um caso de sucesso num mercado altamente competitivo. Pois é meus amigos. Mas as conclusões foram tiradas cedo demais. O regime praticado pelo sr. Michael O'Leary aproximava-se da escravatura. Era o vale tudo à conta de salários mais baixos, trabalho até aguentarem, segurança nos mínimos obrigatórios. Só que um dia as pessoas quebram, e deitam a toalha ao chão. Tanto abusou que agora os voos cancelados são aos milhares, e uma imagem que muito dificilmente se irá endireitar.  Este senhor joga no mesmo campeonato que uns certos senhores da Altice, que vêm para os jornais dizer que não gostam de pagar salários e que tentam sempre dar o mínimo possível. 
Eu cá, estou muito feliz com o que se está a passar na Ryanair. Estas pessoas não podem ser premiadas pela sociedade, mas sim esmagadas, afastadas, excomungadas. Não podemos aceitar a política do vale tudo, enterrar os nossos valores e não ter um mínimo de dignidade humana pelos trabalhadores.
Clap, clap, clap para o pessoal desta companhia que teve a coragem para dizer "Basta!!!"
E devíamos todos dizer o mesmo a todas as situações do mesmo género. Não sou nenhuma sindicalista, nunca o fui, e provavelmente nunca o serei. Mas para além de todos os deveres também temos direitos. Como trabalhadores e, acima de tudo, como cidadãos.

terça-feira, 26 de setembro de 2017

Conversas com Ele

Ele: Mãe, o professor de Fisico-Química, decorou logo o meu nome. Quando pus o dedo no ar, já sabia quem eu era e chamou-me logo pelo nome.
Eu: Ah sim, então porquê?
Ele: Porque eu sou muito marcante!


lol.... haja ego, que ele por vezes falha-nos e é uma chatice... eheheh

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

7 Anos de blog

E este blog fez 7 anos na 6ª feira e eu, confesso, esqueci-me.
Esta minha cabeça.....
É verdade que também tenho sido bem menos assídua aqui nos últimos tempos, mas acho que o meu cérebro anda a fazer black out a tudo o que se possa parecer com tarefas de rotina.
Ando sem a mínima vontade de cozinhar (apetece-me sempre já ter a comidinha feita), não consigo nem ouvir falar da roupa, não me apetece ligar o computador ao final do dia para o que quer que seja.
Espero que seja uma fase, dado que tenho consciência de que já cá deveria ter vindo contar umas coisas. Mas o tempo depois vai passando, passando, e entretanto acabo por achar que já não faz sentido.
Mas sim, não tenho sido vossa amiga o suficiente.
Tenho de vir cá contar mais novidades, mas desabafos, mais histórias, mais experiências, mais tudo.
Obrigada a quem continua ainda aí desse lado. Eu vou gostando de ver as estatísticas e de ter feedback vosso.
Um bem haja a todos.


domingo, 17 de setembro de 2017

Este nosso país.....

Tem tanta coisa maravilhosa...
Esta imagem aqui diz-me quase tudo: Mar, praia, sol, sossego, paz...
Tanto do que preciso para ter algum equilíbrio mental.
Tirei esta foto hoje, dia em que completo 42 anos de vida. Já vão sendo uns quantos, e cada vez mais preciso de ir ao encontro daquilo que realmente me faz feliz. O dia a dia mata-me, acho que todos os dias, um bocadinho.
Se não são estes balões de oxigénio para me dar fôlego.... ai, vida!!!

 

terça-feira, 5 de setembro de 2017

Pseudo-empadão de restos

Olá!
Chamo-lhe "pseudo" porque não leva o normal puré ou arroz a envolver a carne.
Esta receita foi inspirada no amigo de sempre - Sá Pessoa - que nunca me deixa ficar mal. E aos restos de várias carnes que rastejavam pelo frigorífico (1 bife de peru, 1 resto de peito de frango assado, e 2 bifanas de porco) saiu este maravilhoso prato, muito apreciado pela criançada.





























Ingredientes (Para 4 pessoas):

Restos de carne (já acima identificados)
1 linguiça
2 batatas doces
margarina, leite, noz moscada e farinha para o bechamel
coentros picados q.b
queijo mozarela ralado
azeite q.b

Comece por picar todas as carnes (incluindo a linguiça num processador ou picadora)
Descasque as batatas doces, corte-as às rodelas e coloque-as num tacho a cozer em água com sal.
Quando estiverem cozidas, saltei-as em azeite numa frigideira para ficarem douradinhas.
Disponha-as no fundo de um pirex para ir ao forno e, por cima, polvilhe alguns coentros.
Por cima, deite as carnes picadas.
À parte, faça o molho bechamel com a margarina, o azeite e a farinha. Junte uma pitada de noz moscada. Faça uma boa quantidade para ficar bem envolvido na carne.
Quando estiver pronto, disponha sobre a carne picada e polvilhe depois com o queijo ralado.

Leve ao forno pré-aquecido a 200 graus, para gratinar cerca de 20 minutos.

sirva acompanhado de uma salada mista.

Bom Apetite!

domingo, 27 de agosto de 2017

Hoje viajei 30 anos no tempo

Hoje foi dia de acabar as férias de verão lá para as bandas algarvias ... ohhhh!
E como temos de sair sempre por volta das 12h, costumamos almoçar por lá e só depois vimos para Lisboa (há que prolongar o prazer pelo maior tempo possível).
E desta vez calhou irmos almoçar a Albufeira. Depois da barriguinha cheia, fomos dar uma volta e, logo ao subir uma rua, achei que conhecia aquelas casas. Olhei com um pouco mais de atenção, e vi-me no beco onde passei férias cerca de uns 3 anos seguidos, quando tinha uns 8 a 10 anitos.
Alugávamos um quarto em casa de uma senhora que tinha uma casa enorme, e íamos fazer as refeições à Inatel (que ainda era num edifício antigo).
Como a dona da casa tinha uma filha da minha idade, a Teresa, acabava por ir todos os dias para a praia connosco e passávamos a tarde a jogar às cartas e em brincadeiras com ela e com as vizinhas do beco. Eu, o meu irmão e uma data de outros miúdos fazíamos um grupo de amigos enorme e, da parte da tarde, já íamos todos juntos para a praia sem os pais (outros tempos).
Que memórias, caraças. Já se passou tanto tempo, tanto.
E hoje deu para perceber que, pelo facto de se ter já mais de 40 anos, as memórias de infância são já bem longínquas, e dá bem para avaliar o quanto já passou uma vida. Bolas! Já é muito tempo lá para trás. 
Já agora, a casa tinha um cartaz a dar a indicação de "Vendido", pelo que as donas antigas já não devem lá morar. Que será feito delas?
Beco do Sul, Albufeira.
Gostei tanto de te voltar a rever :)

 

quinta-feira, 10 de agosto de 2017

Socorro! O meu filho já usa desodorizante

Foi a semana passada que dei conta de algo diferente.
Vínhamos da sua aula semanal de ténis e passámos pelo supermercado antes de ir para casa. Ao sair do elevador, levantou os braços para abrir a porta e cheirou-me a suor. Como só estávamos os 2 no elevador pareceu-me vir dele, mas nem queria acreditar. Mandei-o parar, fui cheirá-lo debaixo dos braços e ia-me dando uma coisa. Este rapaz, de 11 anos e meio, cheirava a sovaco tal e qual um adulto. Ainda não tinha dado conta de nada, continuava a achar que era um menino, uma criança cujo suor ainda é tão inocente como o seu dono.
Mas não, as coisas mudaram. Ainda que seja um menino sem quaisquer pilosidades derivadas da puberdade (e aí a minha admiração pelo sucedido), as hormonas estão a começar a funcionar. E cheiram.
Disse-lhe que da próxima vez que fossemos à médica, eu ia perguntar-lhe que tipo de desodorizante haveria de usar. Mas não consegui esperar. No dia seguinte, novamente o cheiro me invadiu as narinas e eu optei por lhe colocar o meu desodorizante à frente. Como também mando vir da Net os meus, que são pouco agressivos, vai ficar assim até eu falar com a médica.
Oh senhores, mais um gasto, mais uma etapa.
Não sei se está na idade certa, se adiantado ou atrasado. Agora que eu ainda não estava à espera desta, não estava!

quinta-feira, 3 de agosto de 2017

Queixamo-nos muito da nossa vida

E depois vemos isto....

https://www.facebook.com/britosemangola/?hc_ref=ARSBkaUxKD25A3FTUn-0g9XG8YYzoT80sVlHI8qmmWYLIwcrRB_udGdOi3Dtzw89Wd8&fref=nf

Sim, a família do anúncio do continente é verdadeira, e está a passar por um momento que ninguém deseja. Ontem levei um murro no estômago quando, por acaso, passei pela sua página de facebook que já seguia há algum tempo.
A caminho do 9º filho, descobriu o pior.
Eu não conheço a família diretamente, mas conheço quem conheça, e isso transtornou-me ainda mais. Uma família tão crente, tão devota e com tanta fé e positivismo, com 8 filhos para criar, uma mãe ainda tão nova, e acontece isto?!
Oh meu Deus! onde fica a fé nestas alturas?

Só espero mesmo que tudo passe bem depressa. Não acredito que mereçam tal provação.
Pode parecer estranho, mas cada vez tenho mais a sensação de que este tipo de situações acontece a gente com muita capacidade de se sobrepor a elas. É preciso ser muito forte psicologicamente para aguentar isto. Talvez seja a forma do divino nos dar (à sociedade) modelos para seguir, formas de acreditar que, no final, tudo vai correr bem.

Ou então sou só eu a tentar desviar a coisa para justificar uma existência divina que preconiza sempre o bem :(

segunda-feira, 31 de julho de 2017

O CountDown habitual

Não, ainda não fui de férias.
E esta história de vir trabalhar e já quase todo um povo ter ido dar com as costas na praia, encanita-me um bocado os nervos.
Hoje é 2ª feira, e a coisa está a custar para caneco. É a primeira semana de agosto (ainda que hoje ainda seja julho), pelo que se nota um certo deserto generalizado, um certo silêncio fora do habitual.
Mas ainda me faltam 2 semanas. 2 longas semanas. E nem as feriazinhas que tirei em junho, e que ainda não vim aqui contar, me salvam da desgraça de achar que não vou de férias há 2 anos.
Não há dúvida de que preciso mesmo de sentir que pouco ou nada faço para confirmar no meu cérebro que fiz uma paragem.
E este verão? ventoso, não?
Estava eu à espera de umas temperaturas de 40 graus como o ano passado e hoje até choveu. Trouxe casaco e andei arrepiadita todo o santo dia. Que treta!
Só espero que São Pedro me ajude. Sim, que eu, se é para ir para a praia, que seja a sério! bahhhh

quinta-feira, 20 de julho de 2017

Vírus Maldito

Anda cá por casa um bicho que nem vos conto.
Primeiro foi o meu filho. Fui buscá-lo um dia à escola e disse-me que tinha dores de barriga. Noite a vomitar, dieta, mas andou 1 semana com dores de barriga e a fazer-me dormir metade da noite no sofá para o acompanhar enquanto não conseguia dormir. Numa ida às urgências (pois achei que já estava a demorar tempo a mais a recompor-se), teve de fazer um clister pois tinha as fezes já demasiado duras.. conclusão: Este bicho, em vez de dar diarreia, prende os intestinos.
Lá foi melhorando e só 1 semana e meia depois do início de tudo, é que o dei como curado e lhe comecei a dar outra comida que não dieta. Logo a seguir foi o Pai que, de um dia para o outro ficou com cólicas durante a noite, sem apetite e anda quase há uma semana a canja e maçã cozida. Hoje que parecia estar tudo a melhorar telefonam-me da escola onde a pequena anda no ATL de praia: "Ah, era para dizer que a tenho aqui comigo assim muito chorosa porque diz que lhe dói a barriga". Pronto, fiz logo o filme todo. Vai recomeçar tudo outra vez. Neste momento estou em casa com ela deitada no sofá a queixar-se da barriga. Tenho uma bela noite pela frente e mais um fim de semana lindo. Socorro!!! Mas que raio de bicho é este que demora tanto tempo a incubar, e demora mais de uma semana a sair dos corpos?
Uma coisa é certa: Está tudo elegantíssimo para irmos de férias para a praia. Ah, só mais uma coisa: Eu ainda não apanhei nada. Serei a próxima?

segunda-feira, 10 de julho de 2017

A meio do percurso

Em 2015, no final de setembro, comecei a correr. Precisava fazer exercício físico mais intenso por causa da ansiedade, para ver também se me diminuia o número de batimentos cardíacos e melhorava a tensão arterial. 
Quando comecei, nem 2 minutos aguentava. O meu objectivo era atingir 10 km de corrida para entrar nas provas e conseguir acompanhar a maioria das pessoas que conheço e que correm.
Mas o desafio mostrou-se bem mais severo do que pensei inicialmente. Tentei um treino que vi na net, e que supostamente me colocaria a correr 40 minutos seguidos em 3 meses. Como deveria fazer treinos 3x por semana, a coisa foi-se alargando demasiado no tempo, pois só conseguia fazê-lo 1x por semana. Às vezes desmoralizava, mas depressa me disseram que a treinar só uma vez, era difícil evoluir.
Mas a minha vida não me dá mais tempo, e cada um faz o que pode. Por isso, quase a fazer 2 anos em que iniciei esta jornada, ao dia de hoje já consigo sim correr 40 minutos seguidos, mas só estou a meio do desafio, pois ainda vou em 5 km. Tendo em conta que treino sozinha, corro sozinha e não gosto de me aventurar demasiado devido à minha ansiedade, sinto que já consegui atingir um grande patamar. Mas ainda estou longe. Muito longe dos 10 km. Serve este meu feito atual para perceber que realmente o corpo tem vindo a ceder aos poucos e que, grão a grão, lá vou aumentando a minha capacidade física. Mas é bem mais difícil do que pensava. No final de cada corrida fico derreadinha o resto do dia, embora com uma ótima sensação... devem ser as endorfinas...eheh
E pronto, era só isto. Vou a meio. Se calhar daqui a mais 2 anos consigo chegar ao objetivo .. errrr

quarta-feira, 28 de junho de 2017

Pedrógão Grande

É impossível ficar indiferente ao que se passou ali.
Ao inferno que resolveu visitar a terra naquele dia fatídico. Quem sobreviveu, contou-nos como é o inferno. Quem morreu, sucumbiu às chamas e ao calor do que o inferno é capaz.
Horrível!
Os Portugueses em geral, e mesmo outros povos a quem lhes tocou no coração esta desgraça, não poupam esforços e compaixão, e não têm qualquer problema em participar, na sua grande generosidade, em donativos vários para um possível mínimo conforto dos que ficaram numa situação miserável, sem família, amigos, vizinhos, casa, bens de uma vida.
Eu própria, não tive qualquer problema em ligar para os números de apoio para contribuir com donativos e ter o meu pózinho de ajuda àquelas pessoas.
Mas fico a pensar nisto: No meio de tanta generosidade, quem também esfrega bem as mãos de contente é o Estado que, evitando e tentando não abordar muito a sua quota parte de responsabilidade, vê todo um povo (os seus contribuintes) a pagarem um subsídio que deixa de ser deles.
Só ontem, no concerto, foi angariado mais de 1M€. Outros países, Macau, por exemplo, deu 200.000€. O príncipe Aga Khan, doou 500.000€. A CGD tinha uma conta aberta, não sei quanto lá foi parar. A SIC tinha, logo no primeiro dia, uma linha telefónica também para donativos. Ou seja, ao longo destes dias, certamente já devem ter chegados, entre dinheiro e bens necessários, pelo menos 3M€.
Clap, clap, clap. Ainda bem que assim é, que a ajuda quer-se rápida para apagar a tragédia horrenda que aconteceu.
Mas o Estado fica tão aliviado. Os contribuintes, no seio da sua enorme generosidade, estão a tratar de tudo. Os partidos políticos vão falando.... mas ajudas... essas, o povo dá-as, não há problema!

segunda-feira, 26 de junho de 2017

A tua cara não me é estranha

Vocês não fazem uma pequena ideia de quantas vezes eu ouço e já ouvi isto na minha vida.
A sério.
Acho que mais ou menos desde a adolescência que ouço isto. Como houve uma vez em que fui à televisão quando era teenager, na altura ainda achava que era por isso, que as pessoas se lembravam vagamente e por isso nunca sabiam de onde me conheciam.
Mas isso agora foi há séculos, já vou a caminho dos 42 (que horror), e continuam a dizer-me isso.
Por isso, das duas uma:
- Ou eu tenho uma cara muito banal e que tem várias características similares com milhentas outras mulheres, ou então não sei, porque eu nunca conheço as pessoas de lado nenhum.
Já disse por várias vezes que, se recebesse 5 cêntimos de cada vez que ouço isto, já estava com uma bela maquia. Como não vou recebendo.... fica só em pensamento.
Tudo isto para dizer que ainda hoje, depois de me apresentarem uma nova pessoa, lá veio a bela da frase:
"- A tua cara não me é estranha". E eu com o meu discuros do costume: "- Pois, eu não estou assim a ver nenhuma situação na qual nos pudéssemos ter cruzado mas..."
Ah, e só para que não pensem que pode ser tentativa de engate... isto tanto vem de homens como de mulheres. E dos mais diversos quadrantes.

domingo, 18 de junho de 2017

Salada de quinoa com grão e queijo feta

Andava há séculos para experimentar quinoa. No outro dia lá ganhei coragem para a comprar e fui em busca de receitas.
Pelo calor horrível que se fez sentir ontem, resolvi-me por uma salada para comer quando chegássemos da praia. Soube mesmo bem.

 

Ingredientes (para 4 pessoas):

100g de quinoa
1 frasco de grão de bico já cozido
2 tomates descascados e cortados em pedaços
1/2 cebola roxa cortada em fatias muito fininhas
Rúcula e alfaces q.b.
Queijo feta esfarelado q.b.
Azeite e vinagre balsâmico para temperar

Comece por cozer a quinoa em água temperada com sal, durante cerca de 20 minutos.
Envolva todos os ingredientes e leve ao frio.
Eu ainda juntei um resto de salmão grelhado que me tinha sobrado do dia anterior, mas esta receita fica bem é vegetariana.

Tempere com azeite e o vinagre e sirva.

Bom apetite!