terça-feira, 22 de julho de 2014

O BES

Não sei o que se passa no BES. Sou uma verdadeira ignorante no que ao mercado financeiro diz respeito, e preocupa-me toda esta celeuma, toda esta conversa farta à volta de um Banco que, é só, um dos grandes líderes na economia Portuguesa. Liderado por uma família que, há décadas, controla, em conjunto com mais umas 4 ou 5 famílias, todo um Portugal que gira em torno das suas movimentações. Por isso, e pelo pouco que percebo e me dão a perceber, acho isto tudo uma grandecíssima pouca vergonha, de uns meninos birrentos que agora depois de velhos, resolveram perder toda a compostura, e atasanar todo um País numa situação já por si, delicada o suficiente.
Parvalhões dos meninos, e "Porra" para vocês todos, que eu tenho lá dinheiro, ações, e também vivo num País que não é o vosso (porque o vosso é a estratosfera faz de conta somente de alguns - muito poucos - priveligiados), e que resolveram estragar mais ainda, só porque sim!

segunda-feira, 21 de julho de 2014

Há sonhos tão estúpidos, tão estúpidos....

Há sonhos que, de tão estúpidos que são, incomodam mesmo depois de acabar. Foi o caso da noite passada, que tive um daqueles mesmo estranhos, que achamos não virem de ladinho nenhum. Então, sonhei que uma colega minha (por sinal, por quem tenho bastante apreço) fartava-se de trair o marido sempre que saía para fora em trabalho e tinha de dormir fora de casa. Então sonhei que tinha saído com ela, e que a apanhava todos os dias com um homem diferente. Um desses homens (vejam só) era o Pedro Teixeira, o ex-marido da Cláudia Vieira (Nem o acho nadinha de especial para me aparecer num sonho). Depois, quando a confrontei com o assunto, ela disse-me calmamente que acontecia, e que nem fazia nada de especial para isso, mas eles vinham ter com ela e não conseguia resistir-lhes. E quando lhe mostrei a minha admiração por achar que ela era muito certinha, disse-me ainda: - Sabes, todas as pessoas têm um lado menos visível. E o meu lado é esse.
Acordei mesmo incomodada com o sonho. E hoje, quando a vi logo de manhã ao longe e lhe acenei um "Olá" de bom dia, lá me veío à memória o sonho que tive, e o despropósito que foi face à minha querida colega. Nem me atrevo a contar-lhe. Que horror......

Não havia necessidade

De, numa altura em que meio mundo entra de férias, estar tudo num alvoroço de trabalho que só visto. Quer-se fazer uma coisa e... não dá, porque fulano está de férias. A seguir gritam connosco sobre outra coisa, vamos tentar fazer e.... não dá porque sicrano está de férias. Arranja-se plano de contingência para outra coisa para cobrir a primeira e....não dá, porque beltrano está de férias ou vai entrar já a seguir.
Caramba. Com tanto mês no ano, era preciso estar-se tão em pânico em finais de Julho e Agosto?

Dia bom

Está uma temperatura perfeita (para mim). Não há vento nenhum, nem a dar-me cabo do penteado, nem a avariar-me a garganta. Há muito menos gente na estrada e no trânsito em geral. Há menos barulho. Há menos pessoas no trabalho, que aterrámos já bem firmes na 2ª quinzena de Julho. Ainda me faltam 3 semanas para ir de férias, mas assim vai custar menos.
Boa semana para vocês.

sexta-feira, 18 de julho de 2014

Cromo da bola

O meu filho descobriu a maluqueira da bola...do futebol. Até há bem pouco tempo ligava pouco. Como o Pai não liga muito, não o puxava para futeboladas ou para gostos desta natureza. Na escola, sempre que jogava com os colegas, a coisa não corria bem. Face à sua pouca senioridade no assunto em relação aos seus demais amiguinhos, acabava sempre na baliza ou sem tocar sequer na bola, durante todo um jogo. Houve uma altura que achei que se sentia um pouco frustrado neste campo, mas eu brincava com ele, até lhe cheguei a perguntar se queria ir para o futebol como um desporto, mas acho que acabou por habituar-se que não era a sua praia e pronto. Mas o mundial veio, e o miúdo mudou radicalmente. Descobriu-se-lhe ali uma veia futebolística, e desde então que não pára. Acorda de manhã e treina toques na bola. Chega a casa e treina mais uns toques. Chama a irmã para jogar e vai treinando as fintas com ela (adversário fácil). Hoje, eram 7:30h da manhã e ouvi o que me parecia alguém a martelar alguma coisa. Pensei: Mas que raio de vizinho é que anda em obras a estas horas? Não era vizinho nenhum. Era o meu filho no quarto a treinar com a sua bola a bater no chão (e em todo o lado) de uma ponta à outra. Tive de o repreender com firmeza não fosse algum vizinho mal humorado bater-me à porta com uma frigideira pronta a acertar-me nas frontes.
E agora é isto: bola para a frente, bola para trás, quer ver jogos de futebol na televisão, arrasta a irmã para uma partida a dois, e já chegou até ao ponto de tentar ver um jogo de futebol que já tinha decorrido e que queria ver a partir das gravações da ZON. Por um lado acho que isto até lhe faz bem ao ego. Por outro, tenho de gramar com uma coisa que detesto. Vamos ver se esta febre veio para durar ou se desaparece tão depressa como começou.

quinta-feira, 17 de julho de 2014

Outro?

Porra!!! que não pode haver aqui palavra bonita!
Malasya Airlines: Podes arrumar as botas, que é melhor não insistir.

Avião da Malaysia Airlines despenha-se na Ucrânia com 295 pessoas a bordo

Um Boeing 777 da Malaysia Airlines despenhou-se na Ucrânia, perto da fronteira com a Rússia, avança a agência russa Interfax citando «fonte ligada à aviação». A bordo seguiam 280 passageiros e 15 tripulantes.

A aeronave voava de Amesterdão para Kuala Lumpur, capital da Malásia, quando, a cerca de 80 quilómetros de entrar no espaço aéreo russo, começou a perder altitude, sendo mais tarde encontrada em chamas no solo na Ucrânia.
Segundo o perito militar Dmitry Tymchuk, o avião despenhou-se a norte de Torez, na região de Donetsk, uma área controlada por separatistas pró-russos.

Bom início de dia

Entrar dentro do carro, ter os meninos sentados atrás preparadinhos para ir para a praia, dar à chave e.... nada! Nadinha!
Bateria arrumada. Chamar a assistência, ir para o café à espera, e ter de aturar aquele vizinho chato que tem conversas que mal percebemos, mas que temos de ir dizendo que sim com a cabeça, para não sermos mal educados.
Felizmente o carro de assistência que veio, já trazia baterias em stock, e colocou-me logo uma igualzinha sem eu ter de me chatear mais.
J'esus!!!

quarta-feira, 16 de julho de 2014

Dias intensos

Os últimos dias têm sido tão intensos de trabalho, que nem tenho tido tempo para apreciar o que me vai passando pela cabeça, para vir aqui postar no blog.
Dizer que ontem encontrei o meu filho deitado a dormir no chão do quarto, quando o tinha deixado na cama pode ser um tema de conversa. Ou dos verdadeiros sacanas que passam por mim todos os dias a tentar enganar tudo e todos, ou de como hoje se torna um marco na minha vida por ir encomendar, pela primeira vez, livros escolares para a minha filha que, para mim, é um verdadeiro bebé que nasceu ontem, e que já vai para a escola (devo estar a sonhar, só pode!). Ou de como comecei a precisar desesperadamente de férias de um momento para o outro, e que sonho agora com uns dias de praia, coisa que ainda nem provei este ano. Ou de como me tenho andado a preocupar com atividades que posso proporcionar aos meus filhos durante o mês de Julho dos próximos anos, pois em Lisboa não faltam opções incríveis que proporcionam às crianças um aprender e uma vivência tão saudável....
Enfim. Podia falar de muita coisa, mas estou demasiado exausta para o fazer por hoje, e só me chegam ideias soltas à mente. Espero melhorar nos próximos dias e conseguir vir para aqui dizer alguma coisa de jeito.
I' m tired... Seriously....

terça-feira, 15 de julho de 2014

Vidas Modernas

Há certos dias em que tenho vergonha do vergonhoso (passo o pleonasmo) pouco tempo que passo com os meus filhos.
Hoje é um desses dias. Acordei-os cedo para irem para a praia, e estive com eles (acordados) das 07:15h sensivelmente até às 08:00h, quando os deixei à guarda de quem os levaria para um dia de atividades na praia e não só.
Só consegui regressar a casa às 20:00h, pelo que estive MESMO 12h certas sem os ver. Descansada, porque quando não há notícias é porque está tudo bem, mas não deixa de ser triste. Vou deitá-los por volta das 21:15h pelo que, ao todo, durante o dia de hoje, vou estar com eles 2h. Duas simples horas num dia inteiro, porque o tempo em que se dorme não conta. Embora eu vá lá bisbilhotá-los várias vezes enquanto não me deito, e por várias vezes não resista a beijar-lhes as bochechinhas. Mas eles não dão conta, não sentem, não sabem.
É certo que estas ocasiões não acontecem muitas vezes, e ainda sou uma das poucas priveligiadas que consegue, na maioria dos dias, ir buscá-los à escola. Não estou à mercê dos avós, de amigos ou de uma qualquer carrinha que os vá buscar e que goste tanto deles como de todos os outros. Mas ainda assim.... ainda assim, estas vidas modernas fazem bem..... não sei a quem.

segunda-feira, 14 de julho de 2014

Direitos que desconhecia

Há uns tempos iniciei-me no mundo da Bolsa de Valores. Comprei umas açõezitas, umas já me arrependi de não as ter vendido em boa hora, outras cá continuam à espera de melhores valorizações. Mas como não percebo nada do assunto, limitei-me a dar indicações ao banco para as comprar e para as vender quando foi o caso. Mas hoje, para meu espanto e por ser acionista do BCP, tive direito a dinheiro sem mexer uma palha. Como vai haver um aumento de capital e eu não me quero enterrar com mais dinheiro, pude vender os meus direitos, para que alguém os compre. Vai daí, com dois telefonemas e uma assinatura presencial vou arrecadar mais de 1.000€, assim, de repente. Quando o senhor me telefonou à hora de almoço a dar a notícia do valor, quase tive de conter a minha histeria perante a minha colega que almoçava sentada em frente a mim.
Coisas que não sabia, e que fiquei a saber. E apesar de ter começado o dia de segunda feira bastante atribulado, com a minha boneca adoentada, posso dizer que foi dia que rendeu!

domingo, 13 de julho de 2014

Treinadores de Bancada

Já não me bastava os comentários gerais da prole masculina do trabalho em dias pós-jogo, para agora ter um mini treinador de bancada cá por casa. É uma larvazita de 8 anos, que quer tornar-se uma borboleta como os seus pares. E vai daí, manifesta-se como eles. Levanta-se do sofá, e vai gritando:
- Vai!
- Ahhhhh!
- Então? Passa para o outro!!!
- Xi!!! Foi quase!
- Aiii!!!!

Já lhe disse para acalmar as interjeições que não quero cá grandes emoções futebolísticas. Ora esta!!!!

sexta-feira, 11 de julho de 2014

É um fartote de rir...

Olho para este cartaz, e não conheço nadinha....
O único nome que não me soa completamente estranho são os Buraka Som Sistema.
Mas tenho a certeza de que, se ouvisse algumas das músicas, as reconheceria de imediato.
Há comprimidos para isto?


quinta-feira, 10 de julho de 2014

Ainda a propósito do post anterior

Descobri que o mal não é só meu. Hoje, numa conversa banal em que eu nem fui eu toquei no assunto, descobri uma colega que resolveu tomar memofante para a memória. Só que agora tem outro problema. É que a memória não a lembra que tem de tomar o bendito comprimido. Conclusão: ou tem um infalível auxiliar de memória, ou fica na mesma..... Situação caricata, esta. E visas estúpidas as nossas.

quarta-feira, 9 de julho de 2014

Vidas loucas

Há dias em que acho que estou a ficar senil. Quero falar, e as palavras não me aparecem na ponta da língua. Fico com brancas, faço uma pausa, digo outra palavra que me lembro em vez da que queria proferir, e assim ando. Não acho que tenha tido nos últimos tempos um cansaço maior a nível intelectual. Já tive alturas piores. Mas o que é certo, é que o cérebro anda a trair-me vezes demais. Será esforço em demasia? Muita coisa para fazer ao mesmo tempo? Muita gestão diversificada? Ou um acumular de situações que está a verificar-se agora a nível cerebral? Eu que sempre fui apelidada com memória de elefante, ando a sentir-me ultrapassada e traída por ela mesma. Desgraçada! Sinto a idade a começar a pesar, os demasiado afazeres a mandar-me para o lado dos cotas, ou mesmo dos velhos, não sei. Vida a nossa, caraças!

terça-feira, 8 de julho de 2014

Chiça!!!

Eu que não sou nada adepta de futebol, vi-me, de repente, colada a um ecrã verde. Foram 1,2,3,4,5,6...e 7? Sete golos marcados contra uma equipa como o Brasil? Fosga-se!!!!!
Eu confesso que tinha uma preferência pela Alemanha. Que me desculpem os brasileiros e adeptos, mas a minha relação com os brasileiros que se têm cruzado ao longo da minha vida, tem sido uma lástima. Corre mal, muito mal. Posso ter azar, mas acho que o meu feitio e o dos demais irmãos do outro lado do atlântico não vivem na mesma aura. Aquilo não bate comigo.
Vai daí, apesar de todos os atritos que possamos ter presentemente com a Alemanha, ainda assim, os prefiro.
E pronto! Só me resta dar os parabéns à Alemanha pelo brilhante desempenho que, num país longínquo do seu, com uma cultura e clima tão diferentes, conseguem, ainda assim, superar quem é, e quem se sente, verdadeiramente em casa.