terça-feira, 31 de março de 2015

Férias na neve com crianças

É muito giro, eles aprendem num instante, são hiper mega fofinhos a esquiar naqueles corpos pequeninos e em tanta habilidade conseguida, e tal e tal e tal. Mas se umas férias na neve sem crianças já são muito cansativas, imaginem lá quando temos de carregar não só os nossos skis como os deles, ajudá-los a levantar do chão, a entrar e sair das telecadeiras... E isto depois de não dormir praticamente nada há 3 noites consecutivas. Acho que esta noite vou entrar em coma premeditado. É que para além do cansaço dói-me literalmente, tudo!!!

E assim acorda o dia


Há os que se estão a preparar para a praia. Nós é mais ao contrário

domingo, 29 de março de 2015

Ele há alturas em que me apetece partir a casa toda. Estou tão chateada, tão chateada, tão chateada, que estou capaz de partir pratos como se veem nos filmes. A minha ira é tanta, que neste momento já são quase 1h da manhã, e sei que vai ser mais uma linda noite em claro, como as muitas que passo nos últimos tempos. Não vou ter capacidade para dormir nas próximas horas, e neste momento acho que nem com uma dose dupla de ioga ou meditação lá vou. A única coisa que me apraz dizer de momento é:
Olhem, que grande MERDA para isto tudo!




sexta-feira, 27 de março de 2015

E continuando em choque....

Morreu o escritor Luís Miguel Rocha, autor de "O Último Papa"


Morreu o escritor Luís Miguel Rocha, autor de "O Último Papa"

Este homem nasceu um ano depois de mim já morreu por causa da maldita doença. Fiquei de boca aberta bastante tempo.

Esta semana são só más notícias

quinta-feira, 26 de março de 2015

Do avião...

Apesar do choque da frieza e horror deste acto, o desfecho não me surpreende. Ainda ontem ao almoço comentava com os meus colegas que era demasiada coincidência o avião ter-se despenhado contra uma montanha (para impedir estragos maiores em terra), e ter descido controladamente como era indicado. Disse que parecia suicídio, já que não era o primeiro caso. No voo MH370 que continua no segredo dos Deuses, parece ter sido o mesmo cenário. Vinha de manhã no carro a pensar: E se agora dá ao maquinista do comboio a vontade de se matar e enviar o comboio para o "cú de Judas"? E se ao camionista dá a vontade de se enfiar por uma ravina abaixo?
Isto é tudo tão esquisito. E quanto mais se noticiam estas coisas, mais ideias se dão a todos os maluquinhos (com no devido respeito por quem está a travar uma luta contra uma doença mental) que por aí andam.
Querem por fim à vida, respeitem pelo menos a vida dos outros e não destruam dezenas de famílias inteiras.

Que tragédia!

http://www.dn.pt/inicio/globo/interior.aspx?content_id=4476947&page=-1


quarta-feira, 25 de março de 2015

Ai, ai, ai

Hoje parece que tenho uma deficiência a andar. Se fico um bocado sentada, quando me levanto, é o ver se te avias. Dói-me tudo, ando coxa e, até aquecer minimanente os músculos, a coisa dói. Ontem na aula de yoga as posições foram duras. Houve uma altura em que achei que seriam impossíveis mas não. Vamos esticando, esticanso, e a coisa vai-se dando...devagarinho, claro, para que não me aconteça nenhuma desgraça. Houve uma altura em que se alguém estranho entrasse na sala, devia ter um ataque de riso pelas posições que todos tínhamos. Realmente, nunca pensei que o facto de não me exercitar com vigor, me pudesse deixar neste estado. Tem sido uma surpresa muito positiva este yoga. Só espero não dar para aqui algum jeito (já tenho a coluna bem tortinha) e ficar KO. A ver vamos.

terça-feira, 24 de março de 2015

Colar Coleira

Hoje fui ter com uma senhora que não conhecia, para tratarmos de um assunto pendente. Quando cheguei ao local combinado, indicaram-me onde estava a senhora que estava sentada de costas para mim, a trabalhar no seu computador. Quando se virou, foi muito simpática comigo, mas não me consegui abstrair que tinha uma verdadeira coleira ao pescoço. Para além de ser aquele colar tipo coleira que as mulheres agora usam, este estava mesmo agarradinho ao pescoço, sem qualquer folga, tal e qual a de um cão. Não pecrebo isto. Faz-me cá uma confusão.
No outro dia assisti a uma conversa de um casal por causa igualmente deste objeto. Neste caso, o colar para além de ser tipo coleira, ainda tinha uns picos. Nisto, ouço o homem dizer para ela, quando eu ía a passar:
Ele: Tens a trela?
Ela: O quê?
Ele: Sim, tens aí a coleira..
Ela: Ai, que estúpido!
Ele: E o chip também tens? (o ar de gozo era notório)
Ela: (já não respondeu)

E é isto. Se as mulheres se vestem e arranjam para se sentirem bem, para terem classe e parecerem bem ao sexo oposto, só parece que conseguem o efeito contrário com este adereço. Eu cá, faz-me uma enorme confusão.
Rufff!!!


segunda-feira, 23 de março de 2015

Pastéis de Massa Tenra

Nunca tinha feito pastéis de massa tenra e, apesar de os adorar, já não os comia há mais de uma década. Só os comia quando a minha mãe os fazia, e ficavam ótimos, mas nunca mais tinha tido o prazer de os saborerar.
Por isso, a um resto de lombinho de porco que me tinha sobrado de um jantar anterior, e com uma linguiça perdida no frigorífico, resolvi arriscar. Tive muito medo que a massa não ficasse bem, mas ficaram deliciosos, e foram muito fáceis de fazer.


Ingredientes: (Deu para 10 pastéis e granditos)

Massa

220g de farinha
1,5dl de água quente
2 c. sopa de óleo
1 pitada de sal

Recheio

200g de carne cozinhada
1 linguiça pequena
1/2 cebola picada
50g de margarina
2 c. sopa de farinha
2 dl de leite
noz moscada
gotas de limão

Deite a farinha para dentro de uma tigela e abra uma cova ao meio. Deite para aí a água e o óleo. Mexa com as mãos e vá deitando a farinha que considerar necessária até que a massa se despegue das mãos. Deixe repousar cerca de 20 min.
Entretanto pique a carne e a linguiça na máquina. 
Numa frigideira larga aloire a cebola com um pouco de azeite e junte a carne picada até absorver a gordura. Junte a farinha e vá deitando o leite aos poucos. Tempere com noz moscada e umas gotas de sumo de limão, e deixe cozinhar em lume brando mexendo sempre para que a carne não se pegue à frigideira. Retire do lume e deixe arrefecer.

Estenda a massa bem fina com a ajuda de farinha sobre a bancada, e distribua o recheio sobre a massa. Repita o processo à medida que for precisando.

Frite-os depois em óleo quente e já está!

Bom apetite!


domingo, 22 de março de 2015

Cristo

A minha filha não pára de nos chatear a dizer que quer ir a Paris. Quando lhe perguntamos porquê, diz que quer subir à Torre Eiffel. Já disse isto tantas vezes nos últimos tempos, que hoje fomos à Torre Eiffel cá do sítio. Fomos ao Cristo Rei e, em vez de apreciarmos as vistas sobre a cidade de Paris, apreciámos as vistas sobre Lisboa e margem sul. Quem não tem cão, caça com gato :)


E foi bonito na mesma...

sexta-feira, 20 de março de 2015

Vidas duras

Hoje tive reunião de final de período na escola dos meus filhos. Quando ía a sair, perguntei a uma auxiliar se os meus filhos já tinham saído com o Pai, que os iria buscar enquanto eu estaria na reunião. A senhora, já com alguma idade, desabafou então um: "- Também tenho de sair para ir buscar o meu neto até às 19:00h. É que eu é que sou a encarregada dele, que está comigo desde bebé. A mãe foi-se embora quando ele só tinha 3 meses, e nunca mais quis saber dele. Por isso, sou a mãe e a avó dele". Não consegui disfarçar o ar estupefacto com que fiquei a ouvir aquela história. Ainda tive de deixar sair um: "- Bolas, como é possível deixar um filho assim tão pequeno? Eu que nem sou capaz de os deixar para ir ter uns dias de férias em descanso...."
Vim-me embora, e vim o caminho todo a pensar naquela vida. E em como por vezes, por estarmos tão absortos nas nossas vidinhas, e na nossa normalidade do nosso mundinho sempre mais ou menos com o mesmo tipo de comportamentos de quem nos rodeia, nem fazemos ideia do que existe por aí. Das vidas duras e difíceis de certas pessoas. Sinceramente, mães a deixarem os filhos bebés, pensei que já só acontecia em novelas. O que será que pensa aquela criança quando lhe dizem que a mãe se foi embora? O que sente aquela criança ao ver todas as mães babadas dos amigos, dos mimos que lhe faltam, do colinho sempre à mão dos outros, do afeto de alguém tão próximo como uma mãe e que, por mais que a avó seja mãe duas vezes, uma mãe será sempre uma falta atroz na vida daquela criança.
Enfim... às vezes as histórias da vida real dão-nos uma valente bofetada para percebermos o mundo em que vivemos, e a sorte de termos uma vida considerada normal.
Meus ricos meninos.

quinta-feira, 19 de março de 2015

Dia dos Pais, Das Mães e de todos os dias, uns iguais aos outros

Penso que já aqui disse que não sou nada fã destes dias designados a qualquer coisa. Obrigam-me a pensar obrigatoriamente na pessoa que supostamente é honrada naquele dia (como se nos outros fosse uma qualquer porcaria que ali anda), e não me consigo rever (mesmo nada) nos vários dizeres que abundam nos objetos e presentes que nascem por todo o canto com o qual nos cruzamos. Os mais comuns são "És o melhor Pai do Mundo", ou a "Melhor Mãe do Mundo", e aqui poderíamos ficar a noite inteira com tamanhas frases de amor perfeito sem sombra do mínimo pecado ou defeito. Ora acontece que eu me sinto um completo allien nestas alturas. Porque jamais consegui achar que tinha o melhor Pai ou a melhor Mãe do mundo e jamais consegui dizê-lo. Porque dizê-lo da minha boca seria tão falso como 2+2 serem igual a 5. Por muito que tenha de lhes agradecer toda a educação e boa vida que fui tendo, nestas alturas vêm-me à cabeça as várias facetas mais negras do nosso relacionamento, e dos "achaques" que ainda hoje tenho à conta de algumas deficiências que tive na minha educação. Perfeito ninguém é, todos nós erramos, e eu erro muito com os meus filhos também. Mas porque é que eu não consigo libertar-me destas partes negativas? Se calhar sou eu que sou mesmo esquisita, e mesmo quando os meus filhos me dizem que também Sou a Melhor Mãe do Mundo (cof, cof...) já lhes perguntei se acham mesmo que isso é verdade, dadas todas as minhas exigências e os meus ralhetes constantes. Deve ter tudo isto a ver com lados emocionais mais ou menos fortes, educações mais ou menos afáveis, relacionamentos mais ou menos estreitos. Não sei, que de psicologia percebo pouco. Só sei é que estes dias sempre me incomodaram. E se hoje em dia já tenho maturidade para levar a coisa mais ou menos com naturalidade, quando era miúda só queria é que esses dias passassem para não me sentir em falta com qualquer coisinha. Não fosse "O Dia D(o)(a) ..." obrigar-me a ter comportamentos falsos para a minha personalidade, a passagem para o dia seguinte avizinhava-se sempre como um alívio para a volta da minha vida com normalidade.

quarta-feira, 18 de março de 2015

Hum... estou tentada a experimentar

http://www.monicasofia.pt/uma-bunda-up/

Se há coisa que me entristece é ver-me com celulite no rabo, pá! Bem sei que 90% das mulheres têm o mesmo problema, mas não me importava nada de fazer parte dos 10%. Será que estes exercícios poderão ajudar? Personal Trainers desta vida, se andam por aí, digam alguma coisa.

Sono

Passo o dia a abrir a boca. Ele é de manhã, à tarde, à noite, em reuniões, em conversas com colegas, em tudo. Às vezes até me sinto envergonhada porque estão a falar para mim e eu a abrir a boca. Uma desgraça. Mas a questão é que acho que nem ando a dormir mal. Pronto, não durmo 8h por dia. durmo 7h no máximo. Mas ainda assim, sabendo que aos dias de semana nunca consegui mais do que isso, não percebo o que se passa agora. Tenho tanto soninho!!! Se calhar fui picada por um mosquito qualquer e não dei por nada. Ou se calhar preciso de uma cura de sono e ficar a dormir durante 24h seguidas. ZZZZZzzzzzz.

terça-feira, 17 de março de 2015

Um dia chego lá

E vou conseguir fazer todas estas posições de yoga. Algumas parecem fáceis, mas dependendo da flexibilidade de cada um (e a minha é uma vergonha), podem ser mesmo bem difíceis. Mas com treino, concentração e persuação, havemos de lá chegar, não é?


segunda-feira, 16 de março de 2015

Eu e a beterraba

Sabendo eu que a beterraba é daqueles alimentos que parece que fazem bem a tudo, será sempre simpático (para ser minimalista) incluí-la em algumas refeições. Vai daí, tenho tentado seguir alguams das receitas que a têm como ingrediente, mas não tenho sido nada bem sucedida. Primeiro foi um rolo de carne, que vi numa receita naquelas revistas do Pingo Doce, e que resolvi fazer. Não sei se foi por deixar os bocados maiores do que aquilo que devia, só sei é que me custou imenso conseguir comer aquele rolo de carne. Ainda por cima fiz uma receita gigantesca, de maneiras que ainda tive de gramar com aquilo em mais uma ou 2 refeições. Para esquecer!
Ontem, foi a vez de a experimentar em bolos. Tinha visto a receita no blog desta menina e resolvi experimentar. A ideia é que ficasse um bolo mármore, mas não foi o que aconteceu. Devido à diferente densidade das duas partes da massa, acabaram por se misturar muito, e em vez de um bolo marmoreado, ficou apenas castanho. Apenas em baixo, provavelmente devido à força da gravidade, ficou um tom ligeiramente rosado, a indiciar a bendita da beterraba. E ficou bom, perguntam, vocês?
Pois....bem... nem sem bem.... Como a maior parte do bolo é castanho até sabe bem a chocolate. Mas depois na parte rosada, assim que dou uma trinca vem-me aquele sabor horrível da beterraba, que nem o bolo consegue esconder. Por isso, é um bolo que até se come, se calhar até faz melhor que os outros, mas de delícia tem pouco. Os meus filhos levaram-no para os seus lanchinhos na escola, e estou em pulgas para ver a cara deles quando os for buscar. É que os estou mesmo a imaginar a dar uma trinca na parte rosa e a torcer o nariz. Mas lá que ficou com bom aspeto, lá isso até ficou.
Conclusão: Eu e a beterraba não somos, definitivamente, grandes amigas!