Já é a segunda vez que faço esparguete desta forma, e achei que devia aqui postar o feito. Só me lembrei de o fazer já tinha sido quase todo comido, pelo que peço desculpa pela simplicidade da foto. Mas fica tão boa...que é a única forma de eu comer esparguete sem molho.
E é tão simples de fazer!!
Ingredientes:
massa esparguete q.b (eu fiz para 3 pessoas)
2 dentes de alho
2 c. sopa de azeite
coentros picados
Depois da esparguete cozida em água e sal, escorra-a e reserve.
Numa frigideira larga, coloque os dentes de alho esmagados e o azeite. Deixe refogar um pouco só para que o azeite ganhe o sabor do alho, e junte os coentros. Envolva tudo e junte a esparguete salteando, para que não frite e depois fique dura. Vá mexendo/salteando uns 3 minutos e retire-a do lume.
Bom apetite!
Trabalho, Casa, 2 Filhos, Carro, Trânsito, Stress, Escola, Receitas, Dúvidas existenciais...tudo isso e muito mais :)
quarta-feira, 11 de dezembro de 2013
terça-feira, 10 de dezembro de 2013
Explica, por palavras tuas, o que significa greve
É uma pergunta que está no livro de português do 3º ano.
Resposta do meu filho:
- Greve, significa faltar ao trabalho!
.....
Pois, não sei até que ponto com 7 ou 8 anos deveriam saber um pouquinho mais que isto. Mas induzir estes erros nas crianças também não é bom, pois não?
E, já agora, se calhar tirar esta pergunta do livrito, não?
coisa estranha....
Resposta do meu filho:
- Greve, significa faltar ao trabalho!
.....
Pois, não sei até que ponto com 7 ou 8 anos deveriam saber um pouquinho mais que isto. Mas induzir estes erros nas crianças também não é bom, pois não?
E, já agora, se calhar tirar esta pergunta do livrito, não?
coisa estranha....
É duro
Quando vemos que o responsável máximo da organização para a qual trabalhamos, está completamente perdido para levar a empresa a bom porto, e ainda por cima, quando nos diz taxativamente isso, sem rodeios, é deveras preocupante.
Vemos que a única luz possível ao fundo do túnel é a de uma compra da nossa organização por parte de outra entidade. Ato esse que pode representar o desemprego para a maioria das pessoas e uma incerteza geral quanto ao futuro.
É tão complicado....
Vemos que a única luz possível ao fundo do túnel é a de uma compra da nossa organização por parte de outra entidade. Ato esse que pode representar o desemprego para a maioria das pessoas e uma incerteza geral quanto ao futuro.
É tão complicado....
segunda-feira, 9 de dezembro de 2013
Salmão em Crosta de Broa
Mais uma receita de salmão, cuja inspiração veio daqui, e cujo resultado foi ótimo!
Ingredientes:
1 lombo de salmão cortado em postas
sal q.b
pimenta q.b
sumo de meio limão
gengibre ralado q.b
broa esfarelada
1 mão de amendoins
cebolinho picado
Comece por temperar o salmão com sal, pimenta, o sumo do limão e o gengibre ralado. Reserve.
Misture o miolo da broa de milho com os amendoins e o cebolinho. Leve a triturar numa picadora até fazer uma espécie de pão ralado, mas mais grosso.
Unte um tabuleiro de forno (eu usei a culoche) com um pouco de margarina e disponha as postas de salmão já passadas pela mistura de broa. Cubra com um fio de azeite e leve a forno durante uns 20 minutinhos.
Sirva acompanhado de batata cozida e feijão verde.
Uma delícia, diferente e saudável.
Bom apetite
Ingredientes:
1 lombo de salmão cortado em postas
sal q.b
pimenta q.b
sumo de meio limão
gengibre ralado q.b
broa esfarelada
1 mão de amendoins
cebolinho picado
Comece por temperar o salmão com sal, pimenta, o sumo do limão e o gengibre ralado. Reserve.
Misture o miolo da broa de milho com os amendoins e o cebolinho. Leve a triturar numa picadora até fazer uma espécie de pão ralado, mas mais grosso.
Unte um tabuleiro de forno (eu usei a culoche) com um pouco de margarina e disponha as postas de salmão já passadas pela mistura de broa. Cubra com um fio de azeite e leve a forno durante uns 20 minutinhos.
Sirva acompanhado de batata cozida e feijão verde.
Uma delícia, diferente e saudável.
Bom apetite
domingo, 8 de dezembro de 2013
Restaurante Par e Paço
Fica num campo de Golf mesmo à beirinha de Lisboa, ali quase colado à calçada de carriche. Tem umas vistas magníficas para o campo verdejante e a comida, é excelente. Ao almoço de domingo é buffet e é um ótimo local para levar a família ao almoço domingueiro. A relação qualidade/preço pareceu-me muito adequada. Recomenda-se.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Eu sabia que os homens se cuidavam cada vez mais, mas....
Nunca tinha visto um homem na manicure. É um facto que também não sou uma frequentadora fervosora de institutos de beleza...mas ainda assim, nunca tinha visto. E logo ali, num centro comercial, à vista de toda a gente, no meio de um monte de mulheres, a explicar à menina que as luvas da mota lhe dão cabo das unhas tá a ver? E que ar de engatatão tinha, todo bem vestido, e preocupadinho com o aspeto de suas unhacas.
Confesso que isto me deixa um bocado afllita. Pois se há uns tempos (e não muito) atrás os homens em nada reparavam nas mulheres sem ser nas mamas e no rabo, começa agora a ser uma certeza de que o raio dos homens reparam em tudo. Se eles próprios sentem necessidade de arranjar as unhas.....
Vocês cuidem-se meninas....
Confesso que isto me deixa um bocado afllita. Pois se há uns tempos (e não muito) atrás os homens em nada reparavam nas mulheres sem ser nas mamas e no rabo, começa agora a ser uma certeza de que o raio dos homens reparam em tudo. Se eles próprios sentem necessidade de arranjar as unhas.....
Vocês cuidem-se meninas....
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
Cachimbos
Há pouco, apareceu-me à frente um homem com um cachimbo colado na ponta da boca.
Não sei bem porquê, mas aquilo pareceu-me assim tão ridículo, tão fora de moda, tão Robinson Crusoe, que fiquei a olhar para ele com ar de: Já viste a figura de parvo que estás a fazer? Ainda por cima era uma pessoa relativamente nova, e com uma indumentária que não condizia de maneira nenhuma com o ato de fumar por aquele objeto adentro.
Enfim...gostos....
Não sei bem porquê, mas aquilo pareceu-me assim tão ridículo, tão fora de moda, tão Robinson Crusoe, que fiquei a olhar para ele com ar de: Já viste a figura de parvo que estás a fazer? Ainda por cima era uma pessoa relativamente nova, e com uma indumentária que não condizia de maneira nenhuma com o ato de fumar por aquele objeto adentro.
Enfim...gostos....
quinta-feira, 5 de dezembro de 2013
A fugir dos vírus
Ando para aí há 2 semanas a tentar escapar a uma constipação. Ora me dói a garganta, ora começo a sentir o nariz a ficar entupido, ora volta a doer a garganta outra vez, ora começo a espirrar e sentir frio, ora fico fanhosa de repente quando começo a falar....ando mesmo no limite, portanto.
E nisto, tenho-me entupido, ou melhor, afogado, em chás de toda a natureza. É chá de equinácea para aqui, chá de limão com mel para ali, uma colherzita de brufen de vez em quando, ao sentir a garganta já num estado lastimável,....e vou-me sentindo a fugir dos vírus assim mesmo rés vés campo de ourique. Quando ando assim, há um dia qualquer em que me sinto melhor e deixo os chás de lado. Aí, basta uma ligeira aragem para apanhar uma carraspana de caixão à cova. Desta vez ainda não apanhei porque não abandonei os chás. Mas estou tão fartinha.... não fosse eu ter tanta coisa para fazer nos próximos dias, tanta festa, tanto doce, e já tinha desistido. Por isso, vou agora para o 3º chá do dia, a ver se pelo menos me aguento nos próximos dias em que covém não parecer uma rena do Pai Natal. Detesto este tempo frio, que me põe o mais velho num ranhosismo constante e a pegar-me os vírus todos!
E nisto, tenho-me entupido, ou melhor, afogado, em chás de toda a natureza. É chá de equinácea para aqui, chá de limão com mel para ali, uma colherzita de brufen de vez em quando, ao sentir a garganta já num estado lastimável,....e vou-me sentindo a fugir dos vírus assim mesmo rés vés campo de ourique. Quando ando assim, há um dia qualquer em que me sinto melhor e deixo os chás de lado. Aí, basta uma ligeira aragem para apanhar uma carraspana de caixão à cova. Desta vez ainda não apanhei porque não abandonei os chás. Mas estou tão fartinha.... não fosse eu ter tanta coisa para fazer nos próximos dias, tanta festa, tanto doce, e já tinha desistido. Por isso, vou agora para o 3º chá do dia, a ver se pelo menos me aguento nos próximos dias em que covém não parecer uma rena do Pai Natal. Detesto este tempo frio, que me põe o mais velho num ranhosismo constante e a pegar-me os vírus todos!
Coisas dela...
Ao perguntarem-lhe o que queria ser quando fosse grande, responde sem dúvidas:
- Quero ser Mãe!
Tão linda! E mesmo passando a vida a gritar com os meus filhos, devo deixar-lhes alguma ternura da maternidade para ter uma resposta destas. Coisa m'á linda de sua mãe!
- Quero ser Mãe!
Tão linda! E mesmo passando a vida a gritar com os meus filhos, devo deixar-lhes alguma ternura da maternidade para ter uma resposta destas. Coisa m'á linda de sua mãe!
Ando em guerra com o meu cesto da roupa
Esta semana tenho feito uma máquina de roupa praticamente todos os dias, mas o meu cesto continua cheio. Não o consigo esvaziar. Assim que sai uma panóplia de roupa para a máquina, logo surge lá dentro a que acabámos de despir. E como estamos no inverno, as roupas ocupam muito espaço, nós vestimos mais roupa, há camisolas e meias e calças, casacos e casaquinhos que nunca mais acabam. Já para não falar que 1 par de lençóis me ocupa metade do cesto.
Mas há uma coisa na qual tenho tido sorte. Este solzinho que por aqui nos anda a aquecer, também me aquece a roupa. E seca-a depressa. Senão quer-me parecer que já teria um triplo cesto de roupa suja.
Eu e a roupa. Dava quase um filme. Deve ser (ou melhor - é mesmo) o que mais me ocupa tempo em casa com trabalho doméstico. Dava mesmo um filme. Eu e a roupa!!!!
Mas há uma coisa na qual tenho tido sorte. Este solzinho que por aqui nos anda a aquecer, também me aquece a roupa. E seca-a depressa. Senão quer-me parecer que já teria um triplo cesto de roupa suja.
Eu e a roupa. Dava quase um filme. Deve ser (ou melhor - é mesmo) o que mais me ocupa tempo em casa com trabalho doméstico. Dava mesmo um filme. Eu e a roupa!!!!
quarta-feira, 4 de dezembro de 2013
Planeamento Doceiro
Sábado vou ter de fazer um bolo para domingo. 4ª feira vou ter de fazer um bolo para o meu filho levar para a escola na 5ª feira. Na 5ª feira vou ter de fazer/arranjar um bolo para ter cá em casa. No outro sábado tenho de iniciar a manufatura de bolos e doces para o domingo. E nesse domingo, vou ter de continuar a fase pasteleira para ter uma festa de anos pronta.
Estou a começar a hiperventilar (ou a hiperglicemiar) com tanto açúcar que tenho pela frente.
Estou a começar a hiperventilar (ou a hiperglicemiar) com tanto açúcar que tenho pela frente.
terça-feira, 3 de dezembro de 2013
As verdadeiras
Outono é sinónimo de cenário de castanhas assadas pelas ruas. Não sei há quantos anos (muitos mesmo) não comprava castanhas a um assador na rua. Hoje, a deambular por uma das ruas da nossa capital, o meu filho pediu-mas. E como da última vez que tínhamos tentado comprá-las assim na rua, havia tempo de espera para que ficassem prontas, e nós tempo era coisa que não tínhamos, foi hoje. Comprámos as castanhas, viemos a comê-las pela rua fora. Eu descascava, eles comiam. E foi muito bom. Hoje também não foi dos dias mais frios desta semana, pelo que se andava muito bem pela rua a comer castanhas. Não é que me tenham sabido assim a uma coisa do além, mas estavam razoáveis. E os miúdos deliraram.
segunda-feira, 2 de dezembro de 2013
As minhas últimas aquisições
As duas camisolinhas made in Massimo Dutti.
Adoro esta loja.
As camisolas ficam-me lindas.
Hoje levei a azul e levei logo um elogio.
E o meu guarda roupa estava mesmo a precisar. Entraram 2, saíram 2.
:)
Gostava tanto
Que me deixassem trabalhar...
Mas mal eu começo a colocar um pé fora do meu âmbito de atuação e a tocar nas fronteiras de outros, saltam-me logo em cima. Eu só quero trabalhar. Não me importo de dar as mãos aos outros para que trabalhemos em conjunto e para contribuirmos, ambos, para um trabalho produtivo para a nossa organização. Mas não adianta. Eles preferem cortar-me o caminho e impedir que o trabalho seja feito, a deixarem-me trabalhar. E assim ando.
Mas mal eu começo a colocar um pé fora do meu âmbito de atuação e a tocar nas fronteiras de outros, saltam-me logo em cima. Eu só quero trabalhar. Não me importo de dar as mãos aos outros para que trabalhemos em conjunto e para contribuirmos, ambos, para um trabalho produtivo para a nossa organização. Mas não adianta. Eles preferem cortar-me o caminho e impedir que o trabalho seja feito, a deixarem-me trabalhar. E assim ando.
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