Há alturas em que, sem sabermos bem porquê, nada nos anima. Ou se calhar até sabemos, mas não conseguimos precisar ao certo o que nos deita abaixo. Se calhar é tudo, se calhar não é nada, se calhar é um bocadinho de várias coisas. O que sei é que há dias em que é preciso ir dormir para ver se se afastam as nuvens cinzentas que flutuam sobre a nossa cabeça. E hoje é um desses dias para mim. Por mais que não me possa queixar da vida, é só o que me apetece fazer. Tenho a sensação de ter os meus objetivos muito longe, já quase inatingíveis. Não vejo grandes meios para lá chegar, e tenho muitas confusões na cabeça. E logo hoje que é o dia da Felicidade, sinto-me precisamente ao contrário. Pode ser que seja do sono. Amanhã já devo estar melhor.
Trabalho, Casa, 2 Filhos, Carro, Trânsito, Stress, Escola, Receitas, Dúvidas existenciais...tudo isso e muito mais :)
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quinta-feira, 20 de março de 2014
segunda-feira, 17 de março de 2014
Vidas modernas....
Este fim de semana fui almoçar ao McDonalds. Era uma refeição prometida já há algum tempo ao meu filho e, dado que só lá vamos para aí uma vez por ano (com sorte), não me importo de cometer este infortúnio na dieta, assim tão de tempos a tempos. Mas quando lá chegámos....J'asus! As filas eram tão grandes, tão grandes, que acho que toda a gente teve a mesma ideia que eu. Eram famílias inteiras a fazer o almoço de domigo ali, naquele antro norteamericano de fastfood. Novos e velhos, avós e netos, casais com filhos pequenos, com filhos assim assim ou com filhos maiores. Estava ali um local de encontro de famílias. Depois pus-me a pensar que, a não ser que tenham escolhido o mesmo dia que eu para a visita anual àquele restaurante, aquela pode mesmo ser uma rotina frequente para um almoço fora de casa. É que almoçar ou jantar fora, numa época como a que vivemos aos dias de hoje, não sai barato. Para uma família de 4, qualquer refeição média rondará os 50€, valor que dificilmente se consegue pagar com alguma frequência. E ali, por 2 happy meals e por 2 menus, paguei pouco mais e 16€. E toda a gente tem direito a ir almoçar fora de vez em quando, não é? Cortar a rotina, mudar de ares, não ter de fazer comida em casa..... enfim, dramas de uma vida moderna que tem tanto de compreensivo como de preocupante.
quarta-feira, 12 de março de 2014
Fazer comida todos os dias é um luxo?
Já por mais do que uma vez, em conversa com algumas colegas, noto muita admiração do lado delas pelo facto de eu fazer comida todos os dias ao jantar, quando chego a casa. Acham elas que é difícil termos vida para isso, por trabalharmos, termos filhos pequenos e andarmos sempre a correr de um lado para o outro. E é verdade. Mas o facto é que me habituei a comida fresquinha desde sempre, que a minha mãe sempre foi doméstica depois de ter filhos, e por isso, havia nova comida a todas as refeições. É claro que se aproveitam os restos, e que o lema é sempre não desperdiçar comida, mas as quantidades que faço são sempre a pensar numa só refeição e não em várias. Se me custa fazer comida todos os dias? Nem por isso, pois tento sempre fazer coisas rápidas e fáceis. Também me considero uma mulher bastante despachada e que consegue fazer milhentas coisas em simultâneo, pelo que não me é difícil fazer a gestão da coisa. E depois há o hábito....o hábito de não comer comida requentada ou de há vários dias, e que é coisa que não me agrada mesmo nada. Excetuando algumas comidas como uma tarte ou comida de forno que às vezes ainda está melhor no dia seguinte....não sou grande adepta.
E é isto! Sim, sou uma mulher que cozinha todos os dias uma nova refeição. É assim tão incomum aos nossos dias?
E é isto! Sim, sou uma mulher que cozinha todos os dias uma nova refeição. É assim tão incomum aos nossos dias?
quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014
O vestido encolhido
Acontece-me com bastante frequência, certas roupas minha encolherem. Como já terminei a fase de crescimento há alguns (bons) anos, é mesmo a roupa que encolhe! Porque a minha máquina de lavar não é grande espingarda, e preciso de lavar a roupa a altas temperaturas para que fique bem lavada. Por isso, há certos tecidos que se dão mal com a temperatura e vão encolhendo, encolhendo.....
Hoje de manhã, vesti um vestido que já tenho há uns anitos. Quando o vesti, custou-me, porque o achei estranhamente estreito. Desconfiei que já tinha encolhido um bocadito, mas olhei e voltei a olhar, e pareceu-me aceitável.
Mas depois de andar com ele um bocado, percebi que encolheu mesmo, caneco!
Tenho passado o dia todo a puxá-lo para baixo, porque tenho as pernas demasiado à mostra. Sempre que me levanto, lá ando eu a esticá-lo, para ver se passo despercebida e não pareco uma leviana. Que coisa, pá!
Raios partam o vestido. Mais um para ficar de parte.
Hoje de manhã, vesti um vestido que já tenho há uns anitos. Quando o vesti, custou-me, porque o achei estranhamente estreito. Desconfiei que já tinha encolhido um bocadito, mas olhei e voltei a olhar, e pareceu-me aceitável.
Mas depois de andar com ele um bocado, percebi que encolheu mesmo, caneco!
Tenho passado o dia todo a puxá-lo para baixo, porque tenho as pernas demasiado à mostra. Sempre que me levanto, lá ando eu a esticá-lo, para ver se passo despercebida e não pareco uma leviana. Que coisa, pá!
Raios partam o vestido. Mais um para ficar de parte.
segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014
1 minutinho da vossa atenção
Caríssimos Leitores,
Peço-vos 1 minutinho de atenção para me responderem ao questionário aqui em baixo.
http://pt.surveymonkey.com/s/W62CRT2
É mesmo só 1 minutinho, please.... Já uma vez vos tinha pedido, mas entretanto tive de fazer ligeiras alterações pelo que vos peço ajuda para este trabalho que gostaria MUITO de levar a bom porto. É por uma boa causa, isso vos garanto!
Se possível, deixem por favor o vosso email na última questão (Atenção que eu NÃO VOU chatear ninguém nem enviar emails, mas o nº de emails recolhidos é importante para o trabalho)
Fico à vossa espera!!!
Peço-vos 1 minutinho de atenção para me responderem ao questionário aqui em baixo.
http://pt.surveymonkey.com/s/W62CRT2
É mesmo só 1 minutinho, please.... Já uma vez vos tinha pedido, mas entretanto tive de fazer ligeiras alterações pelo que vos peço ajuda para este trabalho que gostaria MUITO de levar a bom porto. É por uma boa causa, isso vos garanto!
Se possível, deixem por favor o vosso email na última questão (Atenção que eu NÃO VOU chatear ninguém nem enviar emails, mas o nº de emails recolhidos é importante para o trabalho)
Fico à vossa espera!!!
segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014
Tantos nervos e sem poder fazer nada
Tinha um homem com um bigode farfalhudo à minha frente.
A falar para mim. E o bigode tinha uma porcaria qualquer lá agarrada, tipo caspa, ou algo parecido. A minha vontade era sacudir aquilo, que já me estava a meter nojo. Mas eu não tinha confiança nenhuma com o homem, não o conhecia, mas ele esteve a falar mais de 1hora para mim e eu já evitava olhar-lhe. C'a nervos. Que nojo! E sem poder fazer nada. Urrrr.....
A falar para mim. E o bigode tinha uma porcaria qualquer lá agarrada, tipo caspa, ou algo parecido. A minha vontade era sacudir aquilo, que já me estava a meter nojo. Mas eu não tinha confiança nenhuma com o homem, não o conhecia, mas ele esteve a falar mais de 1hora para mim e eu já evitava olhar-lhe. C'a nervos. Que nojo! E sem poder fazer nada. Urrrr.....
segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014
Laura Aragão
Conhecem a Laura aragão, da novela "Sol de Inverno"?
Pois eu para além de conhecer esta, porque sou espetadora assídua da novela, ainda conheço uma senhora na vida real, que me faz lembrar esta de tal forma que fico assustada. ME-DO! Penso que não será tão mázinha, mas tanto é parecida fisicamente, como pela forma de falar, alto e assertivamente. Confesso que não consigo manter-me no meu estado normal sempre que tenho de lidar com a dita. A mulher intimida-me, bolas!!!
terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Well....
Embora ache sempre este senhor um arrogante e exagerado, não deixo de ter vontade de dizer mais ou menos o que ele disse.
Sim, 30 anos e ainda na faculdade (para aqueles para quem é a 1ª vez no curso) devia, sim, ser uma vergonha e não serem dinheiros estatais a pagarem os custos. E as praxes.... meus amigos.....
Se passar durante um ano inteiro de manhã, ao pé do jardim do campo grande, é o ano inteiro que vou ver veteranos a praxar caloiros que devem ser ali da Faculdade de Ciências, e o ano inteiro me andam com um penico enfiado na cabeça a fazer o que os trajados mandam. O ano inteiro!!! Por favor....
Aqui:
http://www.noticiasaominuto.com/pais/165203/as-praxes-sao-imbecilidades-pro-nazis#.Uudr19LFLIW
Sim, 30 anos e ainda na faculdade (para aqueles para quem é a 1ª vez no curso) devia, sim, ser uma vergonha e não serem dinheiros estatais a pagarem os custos. E as praxes.... meus amigos.....
Se passar durante um ano inteiro de manhã, ao pé do jardim do campo grande, é o ano inteiro que vou ver veteranos a praxar caloiros que devem ser ali da Faculdade de Ciências, e o ano inteiro me andam com um penico enfiado na cabeça a fazer o que os trajados mandam. O ano inteiro!!! Por favor....
Aqui:
http://www.noticiasaominuto.com/pais/165203/as-praxes-sao-imbecilidades-pro-nazis#.Uudr19LFLIW
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
Acidente do Meco e Praxes
Embora envolto ainda em grande mistério, tudo aponta para que a desgraça que aconteceu no meco uns dias antes do Natal, vitimando 5 jovens universitários, tenha sido o triste desfecho de uma noite de praxe.
Já há muito tempo que se fala dos usos e, principalmente, abusos das praxes universitárias. A confirmar-se este cenário, acho que as universidades deviam colocar de vez um ponto final nestas estúpidas histórias de gente que pode um dia abusar tanto do poder, ao ponto de não só humilhar, como matar um ser humano que, só por azar, entrou na universidade um ou dois anos depois. Também já fui caloira, também já fui praxada e também já praxei. A minha praxe não foi muito violenta, mas ainda assim um pouco humilhante.... e quando chegou a minha vez de praxar, não fiz mais do que falar em voz alta e tentar fazer testes de cultura aos recém-chegados alunos.
Mas isto tem de acabar. Porque cada vez há menos valores, cada vez há mais gente distorcida, e o abuso de poder exercido pelas pessoas erradas pode acabar muito mal.
Já não é a primeira vez que uma praxe acaba em desgraça. E, a confirmar-se este desfecho, espero bem que possa ser a gota que transborda o copo, para que seja a última.
Já há muito tempo que se fala dos usos e, principalmente, abusos das praxes universitárias. A confirmar-se este cenário, acho que as universidades deviam colocar de vez um ponto final nestas estúpidas histórias de gente que pode um dia abusar tanto do poder, ao ponto de não só humilhar, como matar um ser humano que, só por azar, entrou na universidade um ou dois anos depois. Também já fui caloira, também já fui praxada e também já praxei. A minha praxe não foi muito violenta, mas ainda assim um pouco humilhante.... e quando chegou a minha vez de praxar, não fiz mais do que falar em voz alta e tentar fazer testes de cultura aos recém-chegados alunos.
Mas isto tem de acabar. Porque cada vez há menos valores, cada vez há mais gente distorcida, e o abuso de poder exercido pelas pessoas erradas pode acabar muito mal.
Já não é a primeira vez que uma praxe acaba em desgraça. E, a confirmar-se este desfecho, espero bem que possa ser a gota que transborda o copo, para que seja a última.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Eu e a roupa - Take #2
Eu e a roupa.
Um cesto de verga cheiinho dela. Transborda mais do que devia porque a humidade dos últimos dias não me deixa dar vazão ao cordão que a faz secar.
Começo a tirá-la do cesto e a fazer montes menores:
- Roupa clara para um lado;
- Roupa escura para outro;
- Roupa delicada para outro;
- Roupa escura mas que tem de ser lavada como branca para outro;
Depois escolho o monte maior para por a lavar.
Enfio-a dentro da máquina e programo a lavagem.
Toca de enfiar os restantes montes no cesto, porque por serem menores, ainda não era a sua vez.
Olho depois novamente para o cesto de verga.
Continua cheio, sem transbordar, mas bem cheio.
É frustrante!
E é esta a minha história com a roupa.
Eu e a roupa!
Um cesto de verga cheiinho dela. Transborda mais do que devia porque a humidade dos últimos dias não me deixa dar vazão ao cordão que a faz secar.
Começo a tirá-la do cesto e a fazer montes menores:
- Roupa clara para um lado;
- Roupa escura para outro;
- Roupa delicada para outro;
- Roupa escura mas que tem de ser lavada como branca para outro;
Depois escolho o monte maior para por a lavar.
Enfio-a dentro da máquina e programo a lavagem.
Toca de enfiar os restantes montes no cesto, porque por serem menores, ainda não era a sua vez.
Olho depois novamente para o cesto de verga.
Continua cheio, sem transbordar, mas bem cheio.
É frustrante!
E é esta a minha história com a roupa.
Eu e a roupa!
terça-feira, 14 de janeiro de 2014
Coisas que me fazem comichão
Enviar um mail para uma organização a pedir informações, email esse que está "escarrapachado" no website da empresa, e depois....nada.
Ninguém me responde, ninguém dá sinal de vida.
Eu sou daquelas que uso e abuso do email, porque não gosto de telefonar a pedir informações. Nunca sei quem apanho, não sei se me podem dispender tempo na altura, se têm paciência para me aturar, etc. E o email é daquelas coisas que há-de ser respondido pela pessoa que me há-de saber dar informações, que há-de ter tempo no momento, para responder, e as minhas dúvidas hão-de ficar seladas. Mas não. Há empresas que não sabem que o email é, aos dias de hoje, a peça fundamental de comunicação com o seu público, com os seus clientes. E negligenciam. Já não é nem a primeira nem a segunda vez que isso me acontece. E sempre com empresas ligadas a serviços de crianças. Mau para eles. Porque eu não gosto de telefonar e também não me vou dar ao trabalho de me deslocar lá fisicamente. Por isso, se responderem entra na minha lista de hipóteses a estudar. Se não responderem, ADEUS, para sempre. É simples!
Ninguém me responde, ninguém dá sinal de vida.
Eu sou daquelas que uso e abuso do email, porque não gosto de telefonar a pedir informações. Nunca sei quem apanho, não sei se me podem dispender tempo na altura, se têm paciência para me aturar, etc. E o email é daquelas coisas que há-de ser respondido pela pessoa que me há-de saber dar informações, que há-de ter tempo no momento, para responder, e as minhas dúvidas hão-de ficar seladas. Mas não. Há empresas que não sabem que o email é, aos dias de hoje, a peça fundamental de comunicação com o seu público, com os seus clientes. E negligenciam. Já não é nem a primeira nem a segunda vez que isso me acontece. E sempre com empresas ligadas a serviços de crianças. Mau para eles. Porque eu não gosto de telefonar e também não me vou dar ao trabalho de me deslocar lá fisicamente. Por isso, se responderem entra na minha lista de hipóteses a estudar. Se não responderem, ADEUS, para sempre. É simples!
sexta-feira, 10 de janeiro de 2014
Eu bem dizia...
Que isto hoje havia de ser um dia de viragem.
O suspense que havia no ar não me afetou o sono desta noite, mas este vai, efetivamente, ser um dia marcado pelo início de algumas alterações. À primeira vista não me parecem muito negativas, mas é muito difícil prever efeitos colaterais assim de repente.
Posso dizer, portanto, que o ano de 2014 já me trouxe novidades. Esperemos é que dê bons frutos.
O suspense que havia no ar não me afetou o sono desta noite, mas este vai, efetivamente, ser um dia marcado pelo início de algumas alterações. À primeira vista não me parecem muito negativas, mas é muito difícil prever efeitos colaterais assim de repente.
Posso dizer, portanto, que o ano de 2014 já me trouxe novidades. Esperemos é que dê bons frutos.
segunda-feira, 16 de dezembro de 2013
O Circo
Este fim de semana ainda dei uma escapadela ao circo. Já lá não ía há alguns anos, e foi muito bom para os miúdos, que adoraram. Mas houve uma coisa que me fez bastante impressão desta vez - Os leões. Não sei bem porquê, mas desta vez tive uma pena tão grande daqueles animais tão selvagens, estarem ali, à mercê do seu domador que os ameaça e presenteia constantemente para que consigam fazer um número digno de um ato de circo. Pobres criaturas. Já estão velhos, pachorrentos (ou dopados, não sei) e ali andam, a arrastarem-se arena fora. Também houve espetáculo com cavalos e camelos, e esses não me fizeram confusão. Depois, no final, ainda vieram os elefantes e, mais uma vez, aquilo meteu muita dó. Bichos enormes a terem de fazer figurinhas tristes, a levantar a patinha (ou patona) para um público sedento de palhaçadas e habilidades.
Fiquei com pena. E acho que não havia necessidade.
Fiquei com pena. E acho que não havia necessidade.
sábado, 7 de dezembro de 2013
Eu sabia que os homens se cuidavam cada vez mais, mas....
Nunca tinha visto um homem na manicure. É um facto que também não sou uma frequentadora fervosora de institutos de beleza...mas ainda assim, nunca tinha visto. E logo ali, num centro comercial, à vista de toda a gente, no meio de um monte de mulheres, a explicar à menina que as luvas da mota lhe dão cabo das unhas tá a ver? E que ar de engatatão tinha, todo bem vestido, e preocupadinho com o aspeto de suas unhacas.
Confesso que isto me deixa um bocado afllita. Pois se há uns tempos (e não muito) atrás os homens em nada reparavam nas mulheres sem ser nas mamas e no rabo, começa agora a ser uma certeza de que o raio dos homens reparam em tudo. Se eles próprios sentem necessidade de arranjar as unhas.....
Vocês cuidem-se meninas....
Confesso que isto me deixa um bocado afllita. Pois se há uns tempos (e não muito) atrás os homens em nada reparavam nas mulheres sem ser nas mamas e no rabo, começa agora a ser uma certeza de que o raio dos homens reparam em tudo. Se eles próprios sentem necessidade de arranjar as unhas.....
Vocês cuidem-se meninas....
quinta-feira, 28 de novembro de 2013
Das hostilidades da vida....
Apresentaram-me uma pessoa. Não a conhecia. Mas sei quem é. E tive de me fazer de simpática, porque o que eu mais quero é dar-lhe um pontapé no cu e pô-la a correr da minha vida para fora. Mas tenho de fazer o meu papel. Que não sei bem qual é neste contexto de hostilidades. Fingimos, ambos, que estava tudo bem. Sorrisinhos e beijinhos de cumprimentos, como se quer. E agora? Como é que eu ponho este estafermo a andar daqui para fora? hum?
terça-feira, 26 de novembro de 2013
A miséria da sobrevivência
Estava uma senhora na manifestação de hoje, que dizia ganhar 300€. Quando a jornalista lhe perguntou o que é que conseguia fazer com eles, ela disse: Leite e flocos para os filhos, e uma refeição de jeito por dia. Realmente, olhando para tudo isto penso: Para quem se limita a sobreviver, que sonhos é que ainda restam? Para quem não vislumbra uma luz ao fundo do túnel, vive-se para quê? Para quem, viver nesta selva é uma dureza diária, pensa-se o quê? Sonha-se o quê? Faz-se o quê? E para quê?
Opá!
Opá!
segunda-feira, 25 de novembro de 2013
Fico admirada com certos casais desta sociedade
Principalmente com a longevidade dos 2 membros do casal, tanto portugueses com estrangeiros. E mais admirada fico, quando são casais com uma vida intensa, de stresses, de complicações, de fugas políticas e de um rol de problemas constantes para resolver.
Lembrei-me disto depois de ver o General Ramalho Eanes e sua digníssima esposa, sempre impecáveis e iguais a eles próprios, hoje na sua homenagem. Vêm-me depois à memória outros casais como o Dr. Mário Soares e sua querida Maria Barroso. Professor Cavaco Silva e sua Maria. Sua alteza real Rainha Isabel II e seu esposo que lá vão andando firmes e hirtos...e depois penso: Esta gente tem tanta chatice, já passou por tanta coisa na vida, como é que conseguem esta longevidade toda? Terão algum segredo? Empanturram-se de couves todos os dias? De células de rejuvenescimento? Tomam banho de água fria? Sumos de tomate concentrado? O que será? Que eu com menos de metade da idade deles já me sinto por vezes a definhar com tanta coisa que se passa à minha volta, cheia de stresses e de macaquinhos na cabeça.
Quero o segredo!
Lembrei-me disto depois de ver o General Ramalho Eanes e sua digníssima esposa, sempre impecáveis e iguais a eles próprios, hoje na sua homenagem. Vêm-me depois à memória outros casais como o Dr. Mário Soares e sua querida Maria Barroso. Professor Cavaco Silva e sua Maria. Sua alteza real Rainha Isabel II e seu esposo que lá vão andando firmes e hirtos...e depois penso: Esta gente tem tanta chatice, já passou por tanta coisa na vida, como é que conseguem esta longevidade toda? Terão algum segredo? Empanturram-se de couves todos os dias? De células de rejuvenescimento? Tomam banho de água fria? Sumos de tomate concentrado? O que será? Que eu com menos de metade da idade deles já me sinto por vezes a definhar com tanta coisa que se passa à minha volta, cheia de stresses e de macaquinhos na cabeça.
Quero o segredo!
quarta-feira, 20 de novembro de 2013
Acho que ando a ter ataques de ansiedade
Isto hoje foi complicado. Houve ali uma altura em que, numa reunião de trabalho, achei que me ia dar um chilique. Comecei a ter tonturas, depois a transpirar, depois a sentir o coração a saltar-me do peito, e eu sem saber muito bem o que havia de fazer aos meus interlocutores (pessoas por sinal pouco próximas) para que não percebessemo que se passava, ou então para me socorrerem de vez. Pensei em pedir-lhes para interrompermos a reunião que não me estava a sentir bem, mas depois lá respirei fundo, senti aquele horror a começar a passar e deixei-me estar. Tentava nem falar muito para ver se a reunião acabava depressa, mas ainda demorou um bocado. Senti-me a ficar cheia de calor, a transpirar que nem uma doida, mas a ficar melhor pouco a pouco. Para terem uma noção, quando finalmente saí daquela sala, tremia de frio por ter arrefecido com o meu próprio suor (que imagem bonita).
Bem, eu não sei o que são exatamente ataques de ansiedade que nunca passei por isso. Mas não ando muito bem ultimamente, e tenho mesmo a noção de que isto é tudo psicológico. Até já ando na NET à procura de exercícios de relaxamento para ver se melhoro. Mais uma coisinha destas e corro diretamente para o médico.
Se alguém estiver a passar ou já tiver passado por este tipo de situações, eu agradeço as informações que me possam dar.
A vida realmente não é fácil em certas alturas. E a nossa cabecinha pensante (principalmente a das mulheres) também não ajuda mesmo nada :(
Bem, eu não sei o que são exatamente ataques de ansiedade que nunca passei por isso. Mas não ando muito bem ultimamente, e tenho mesmo a noção de que isto é tudo psicológico. Até já ando na NET à procura de exercícios de relaxamento para ver se melhoro. Mais uma coisinha destas e corro diretamente para o médico.
Se alguém estiver a passar ou já tiver passado por este tipo de situações, eu agradeço as informações que me possam dar.
A vida realmente não é fácil em certas alturas. E a nossa cabecinha pensante (principalmente a das mulheres) também não ajuda mesmo nada :(
terça-feira, 19 de novembro de 2013
Dores
Sou muito piegas. Qualquer dorzinha me deixa desanimada, e não me consigo abstrair minimamente para que a dor não seja o dominante na minha vida enquanto a tenho. De maneiras que hoje, estou um caco. Para além de ter dormido mal para xuxu à conta da tosse da minha boneca, estou com umas dores de pescoço que me apanham a cabeça e os ombros e mal me consigo mexer.
Acho que vou ter de fazer uma greve forçada duranta a tarde de hoje. Raios
Acho que vou ter de fazer uma greve forçada duranta a tarde de hoje. Raios
segunda-feira, 18 de novembro de 2013
Refrigerantes
Quando era miúda bebia refrigerantes. Não como consumo habitual, mas com a frequência normal de uma miúda, que era sempre que ía a um restaurante, ou havia festas, ou era fim de semana, ou qualquer outro evento que merecesse um suminho para companhia. Sei que houve uma altura em que bebia até com alguma frequência, até me ter apercebido que era algo que me gerava gases, e acabei por colocá-los um pouco de parte.
Hoje em dia, é raríssimo consumir este tipo de bebidas. Mas hoje ao almoço, deu-me um "vaipe" e peguei num sumol de ananás! Wow. Uma bebida com um sabor fabuloso, que tem tanto de reconfortante como de porcarias para a saúde. Mas apeteceu-me, e beber daquilo uma vez por ano, não vai fazer mal a ninguém, e ainda é capaz de me limpar a canalização. Agora vamos à parte engraçada. É que de tanto não estar habituada a estas bebidas, no final do almoço sentia a pança tão cheia, tão cheia, que era capaz de conseguir boiar em qualquer local aquático mesmo sem me mexer. Mais: Fiquei tão enfartada, que ainda agora já estando a fazer o jantar, não tenho qualquer apetite. A dose de gás, de açúcar e de mais não sei quantas porcarias, deixou-me atestadinha para o resto do dia.
Realmente, aquilo deve fazer mesmo muito mal. Só espero que estes "vaipes" só me deem, mesmo, uma ou menos vezes por ano.
Hoje em dia, é raríssimo consumir este tipo de bebidas. Mas hoje ao almoço, deu-me um "vaipe" e peguei num sumol de ananás! Wow. Uma bebida com um sabor fabuloso, que tem tanto de reconfortante como de porcarias para a saúde. Mas apeteceu-me, e beber daquilo uma vez por ano, não vai fazer mal a ninguém, e ainda é capaz de me limpar a canalização. Agora vamos à parte engraçada. É que de tanto não estar habituada a estas bebidas, no final do almoço sentia a pança tão cheia, tão cheia, que era capaz de conseguir boiar em qualquer local aquático mesmo sem me mexer. Mais: Fiquei tão enfartada, que ainda agora já estando a fazer o jantar, não tenho qualquer apetite. A dose de gás, de açúcar e de mais não sei quantas porcarias, deixou-me atestadinha para o resto do dia.
Realmente, aquilo deve fazer mesmo muito mal. Só espero que estes "vaipes" só me deem, mesmo, uma ou menos vezes por ano.
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